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“Foi um desespero”: moradora perde veículos após incêndio em garagem de prédio em Vitória

“Foi um desespero”: moradora perde veículos após incêndio em garagem de prédio em Vitória

Técnica de enfermagem morava no Rio de Janeiro, havia se mudado há poucos dias para o local e viuos  bens serem destruídos pelas chamas

Publicado em 19 de março de 2026 às 15:36

Um veículo pegou fogo na garagem de um prédio em Jardim Camburi, em Vitória, na manhã desta quinta-feira (19). Por conta do incêndio, o edifício de sete andares, localizado na Rua Miltor de Oliveira Fernandes, precisou ser evacuado.

Recém-chegada ao Espírito Santo, a técnica de enfermagem Roberta Cardoso viu o recomeço da família ser interrompido por um incêndio que destruiu o carro e a moto dela na garagem de um prédio em Jardim Camburi, em Vitória, na manhã desta quinta-feira (19). Ela morava em Teresópolis, no Rio de Janeiro, e se mudou para o Estado há apenas uma semana. “A gente tinha acabado de recomeçar a vida aqui. Agora é recomeçar de novo”, lamentou.

Roberta contou que estava em casa quando ouviu gritos de moradores alertando sobre o fogo. Ao descer com a filha, encontrou os veículos já em chamas. “Quando chegamos perto da garagem, meu carro e minha moto, além do táxi do vizinho, já estavam pegando fogo. Não pude retirar nada por causa do risco de explosão. Foi aquele desespero”, disse em entrevista à repórter Alice Sousa, da TV Gazeta.

O prédio precisou ser evacuado, e moradores deixaram os apartamentos às pressas. Apesar do susto, não houve registro de feridos. Sem seguro dos veículos, Roberta agora tenta entender como vai lidar com o prejuízo após perder os bens poucos dias depois da mudança. "Pelo menos ninguém se feriu”, afirmou a moradora.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar as chamas. Ainda não há confirmação sobre qual veículo deu início ao incêndio. A corporação esclareceu ainda que foi feita uma verificação das garagens e do 1º e 2º andar do edifício, para descartar riscos e liberar o imóvel para o retorno dos moradores. Parte da garagem permaneceu isolada e a empresa administradora do condomínio solicitou perícia.

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