Estagiário / [email protected]
Publicado em 8 de janeiro de 2026 às 14:31
Um vendedor ambulante morreu na última terça-feira (6) após ser agredido em uma praia de Guarapari, no Espírito Santo. A mãe da vítima contou à reportagem da TV Gazeta que Wesley Alves dos Anjos teria sido atacado ao tentar apartar uma briga, no dia 31 de dezembro de 2025. Desde então, ele ficou internado em um hospital de Vitória, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na última terça-feira (6). “Os funcionários do hospital me ligaram avisando que ele havia morrido”, contou a mulher, que pediu para não ter o nome divulgado.>
Ela disse que Wesley era do Rio de Janeiro e estava no Espírito Santo havia três meses. Ele veio ao Estado para passar por tratamento em uma clínica de reabilitação, pois era dependente químico. Após receber alta, o ambulante decidiu continuar vivendo em Guarapari e passou a trabalhar vendendo balas nas praias do município. A mãe se emocionou ao falar sobre a morte do filho. “É uma tristeza, um choque. Agora, eu não tenho mais o meu filho”, lamentou.>
A família informou também que tentou contato com Wesley após a data do crime, mas não obteve retorno. “Nós ligávamos para ele, outras pessoas atendiam, mas não respondiam. Só depois descobrimos o que havia acontecido”, contou. A mãe e a esposa de Wesley viajaram do Rio de Janeiro para Vitória para liberar o corpo no Instituto Médico Legal (IML).>
X.
Mãe de WesleyA Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari. Nenhum suspeito foi preso. A corporação destacou que testemunhas podem ligar para o Disque-Denúncia 181. Também é possível fazer denúncias pelo site www.disquedenuncia181.es.gov.br ou pelo WhatsApp (27) 99253-8181. O sigilo é garantido.>
>
*Com informações da repórter Priciele Venturini, da TV Gazeta>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta