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Quatro suspeitos de série de furtos a comércios de Aracruz são presos

Quatro suspeitos de série de furtos a comércios de Aracruz são presos

Segundo as investigações, o grupo foi responsável por cinco arrombamentos; eles retiravam todos os produtos e os revendiam por valor inferior

Publicado em 8 de agosto de 2023 às 13:44

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Quatro homens foram presos suspeitos de envolvimento em uma série de roubos que aconteceram em comércios nos distritos de Jacupemba e Guaraná, em Aracruz, no Norte do Espírito Santo. Segundo a Polícia Civil, o grupo arrombava as lojas e tinha como objetivo levar toda a mercadoria em estoque. Os crimes geraram prejuízos de mais de R$ 300 mil.

Dois dos crimes aconteceram em janeiro, um em abril e outros dois em julho. A investigação começou em abril e descobriu quem eram os criminosos e como eles atuavam, segundo o delegado Leandro Sperandio, chefe da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Aracruz.

No 1º de agosto, foram presos Vitor Rossi Sales, de 19 anos, e Gabriel Silva da Cruz, de 22 anos. No dia seguinte,  Anderson Mendes de Souza, de 29 anos, e Leonardo Neves dos Santos, de 27 anos.

“Chegamos a eles a partir das imagens de videomonitoramento e denúncias. Nós conseguimos identificar uma organização criminosa e prendemos cinco indivíduos, só que um deles é adolescente, e não foi internado ainda. Essa organização é formada por pelo menos seis indivíduos. Nós já sabemos quem está solto, é irmão de um dos que foi preso. Eles confessaram os delitos e disseram que cometiam os crimes por necessidades financeiras para pagar o uso de drogas”, relatou o delegado.

Imagens mostram o momento da ação dos criminosos em uma barbearia (veja acima). Eles invadem o estabelecimento, desligam o alarme e recolhem os produtos para levar.  Todos estão encapuzados e, pelo menos, um deles com máscara para tentar impedir a identificação. 

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Eles são de Linhares e vinham à região de Jacupemba e Guaraná. Sempre de madrugada, por volta de 1h a 2h. Arrombavam o comércio e subtraiam tudo dentro do comércio. Geralmente, eram lojas de vestuário. Roubavam roupas, sapatos, aparelhos em geral, como som, celular e jóias etc

Leandro Sperandio
Delegado
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Sperandio explica porque os crimes aconteciam de forma repetida. Os produtos eram vendidos, de diversas formas, por um valor abaixo do que era comercializado, gerando um lucro pequeno para a organização.

“Parte era vendida pela internet, outra pelo comércio popular de Linhares e outra parte era vendida na comunidade. O prejuízo dos comerciantes era muito alto, pelos danos do arrombamento, e a revenda do material era com valor muito baixo. O lucro deles era pequeno, por isso praticavam de forma reiterada”, disse.

Os presos foram autuados pelos crimes de furto qualificado mediante arrombamentos, concurso de pessoas e repouso noturno, associação criminosa e corrupção de menores.

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