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Procurado pela Interpol por sequestro em Minas Gerais é preso no ES

Considerado perigoso, ele era procurado pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) há cerca de sete anos por roubo, extorsão e sequestro, crimes cometidos em Minas Gerais

Publicado em 21/05/2020 às 13h11
Atualizado em 21/05/2020 às 13h51
Data: 19/11/2019 - ES - Vitória - Viaturas da Polícia Militar do ES - Editoria: Cidades - Foto: Fernando Madeira - GZ
Viaturas da Polícia Militar do ES. Crédito: Fernando Madeira

Um homem acusado de roubo, extorsão e sequestro foi preso pela Polícia Militar do Espírito Santo em Jardim Limoeiro, no município da Serra, enquanto chegava em uma empresa para trabalhar como motorista. Considerado perigoso, Willian Erick Garcia de Oliveira Novais, de 28 anos , era procurado pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) há cerca de sete anos por crimes cometidos em Minas Gerais. 

De acordo com major Carvalho, comandante da 14 ª Companhia Independente da PM, os bandidos inclusos na lista da Interpol são aqueles que cometeram crimes graves e possuem risco de fugir do país. Apesar de ter sido preso na Serra, o detido contou que atualmente morava no bairro São Pedro, em Vitória. A prisão foi possível graças a denúncias anônimas e o trabalho do setor de inteligência da Polícia Militar.

Willian Erick Garcia de Oliveira Novais, de 28 anos, era procurado pela Interpol e foi preso no ES
Willian Erick Garcia de Oliveira Novais, de 28 anos, era procurado pela Interpol e foi preso no ES. Crédito: Divulgação / PM

"O nome dele estava na Interpol há pelo menos sete anos, tanto que ele já estava trabalhando em uma empresa como motorista. Ele não confessou, mas também não demonstrou nenhum tipo de estranheza quando foi preso. Ou seja, ele saiu de Minas Gerais já sabendo que estava sendo procurado. Até porque não foi um crime simples ou banal. Foram crimes violentos. Roubo, extorsão mediante sequestro", afirmou.  

CRIMES NO ES

De acordo com a Polícia Militar, não há registros de crimes cometidos por Willian em território capixaba.

"Não temos nenhum registro de envolvimento dele em nenhum processo criminal aqui no Espírito Santo. Se ele eventualmente praticou crimes, sem que a segurança pública tenha conhecimento, isso não podemos afirmar", disse o major Carvalho.

A polícia não soube dizer se o criminoso vivia sozinho no Espírito Santo. Segundo o major Carvalho, Willian se reservou no direito de ficar calado e não deu qualquer tipo de informação aos policiais.

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