Publicado em 27 de julho de 2022 às 11:35
- Atualizado há 4 anos
Um homem de 39 anos foi preso na tarde de terça-feira (26) no distrito de Bebedouro, em Linhares, no Norte do Espírito Santo, suspeito de praticar crimes de compra e venda de armas, falsificação de documentos e estelionato. O indivíduo chegou a faturar R$ 32 mil com o comércio de armas compradas legalmente, mas com documentos falsos, segundo informações da Polícia Civil. >
Uma investigação da Delegacia Regional de Linhares descobriu que o homem falsificava certidões de nascimento, algumas com informações verdadeiras e outras inventadas, para emitir documentos de identidade e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) originais em diferentes municípios. >
"Ele chegou a usar os documentos para comprar armas de fogo e munições. Dessas, conseguiu vender para a criminalidade três armas compradas legalmente, faturando cerca de R$ 32 mil", contou o titular da Delegacia Regional de Linhares, delegado Fabrício Lucindo. >
De acordo com a Polícia Civil, ele comprou quatro armas e vendeu três delas, além de munições, para a criminosos. No momento da abordagem, o indivíduo apresentou para os policiais um dos documentos falsos que possuía para se identificar. Ele foi preso em flagrante. Uma das armas que o homem ainda tinha e munições foram apreendidas com os documentos falsificados.>
>
Além disso, a polícia descobriu que o homem abriu uma empresa fictícia do ramo de mármores e granitos em Sooretama. A Delegacia Regional de Linhares, agora, investiga também se o suspeito aplicou algum golpe usando o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa fictícia. >
Ele vai responder pelos crimes de uso de documento falso, porte ilegal de arma de fogo e comércio de arma de fogo. O homem tem passagem pela prática do crime de estelionato. Após o interrogatório ele foi encaminhado para a Penitenciária Regional de Linhares (PRL).>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta