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Executados a tiros

Polícia prende suspeito de matar advogada e marido em Santa Leopoldina

Mais informações sobre a prisão serão repassadas em coletiva de imprensa; a cremação de Marinelva, segundo a filha Camilla, poderá ser realizada, como era o desejo da mãe em vida. A data e o horário, no entanto, ainda não foram definidos

Publicado em 20 de Abril de 2021 às 21:16

Isabella Arruda

Publicado em 

20 abr 2021 às 21:16
Santa Leopoldina
Atashi e Marinelva moravam há mais de 20 anos em Santa Leopoldina. O casal foi morto a tiros, no próprio sítio, no último domingo (18) Crédito: Arquivo pessoal
O suspeito de matar a advogada Marinelva Venturim de Paula, de 62 anos, e o marido dela, Dali Atashi, de 67 anos, na região de Colina Verde, em Santa Leopoldina, no último domingo (18), foi preso nesta terça-feira (20). De acordo com a Polícia Civil, mais informações sobre a prisão do autor do duplo homicídio só serão repassadas em coletiva de imprensa a ser realizada na manhã desta quarta-feira (21), às 10h30.
A cremação de Marinelva, segundo a filha Camilla, poderá ser realizada, como era o desejo da mãe em vida. A data e o horário, no entanto, ainda não foram definidos. A professora havia informado pela manhã à reportagem que, pelo fato da advogada ter sido executada a tiros, não existia a certeza se a Justiça autorizaria o procedimento. O sepultamento do casal já está sendo providenciado e será realizado no Cemitério Parque da Paz, em Ponta da Fruta, em Vila Velha.
A família do estilista iraniano, que era muçulmano, autorizou que ele seja enterrado ao lado da esposa, a advogada Marinelva Venturim de Paula, de 62 anos. O casal foi executado a tiros no último domingo (18) no próprio sítio, localizado na Região Serrana do Espírito Santo.
Por ser estrangeiro, a decisão sobre o que seria feito com o corpo do estilista foi tomada em comum acordo com os familiares dele, como narrado pela filha da advogada assassinada, a professora Camilla Carmem Venturim de Paula, de 39 anos.
"A mãe dele, a senhora Pari Atash, tem 90 anos e ficou muito chocada com a notícia da morte do filho. Ela fez muitas perguntas sobre como aconteceu, porque mataram ele e a esposa, e não consegue entender. Como ele e minha mãe eram muito unidos, a família achou justo que fosse sepultado ao lado da esposa", disse Camilla.
Segundo a professora, o padrasto tinha duas filhas de outro relacionamento, Jenny e Kastin, que assim como a mãe dele, moram no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

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