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Marataízes e Itapemirim

Polícia identifica motoboy suspeito de atacar mulheres no Sul do ES

Mais de 30 mulheres fizeram denúncias à polícia nos últimos três meses

Publicado em 01 de Setembro de 2020 às 18:56

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 set 2020 às 18:56
Viatura da Polícia Civil
Crédito: Carlos Alberto Silva | Arquivo | GZ
Viatura da Polícia Civil
Suspeito foi detido pela Polícia Civil na ES 487, município de Itapemirim Crédito: Carlos Alberto Silva | Arquivo | GZ
Polícia Civil identificou um motoboy suspeito de atacar mulheres na região de Marataízes e Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, nesta terça-feira (1). De acordo com o delegado Djalma Pereira, ele teria assediado mais de 30 mulheres nas estradas dos municípios. Ele foi detido na ES 487, em Itapemirim.
Com as denúncias feitas pelas vítimas, a polícia mapeou os horários e locais nos quais o suspeito agia com mais frequência e conseguiu detê-lo. Ainda segundo Djalma Pereira, titular da Delegacia de Itapemirim, a polícia tem recebido relatos de vítimas pelo menos há três meses.
"Estamos há mais de 3 meses recebendo denúncias de mulheres que pedalam nas estradas vicinais de Itapemirim e Marataízes, de um motoqueiro com a placa amassada que estava as atacando. Ele reduzia a velocidade da moto e passava a mão nas partes íntimas delas, depois acelerava e fugia. A equipe de plantão mapeou o horário e local que ele agia e ficou na campanha para tentar a identificação. Por volta das 8h, eles identificaram a motocicleta com o suspeito e o pararam", disse.
O delegado explicou que o detido confessou a autoria dos crimes, mas, contraditoriamente, disse à autoridade não se lembrar deles.
"99% das vítimas reconheceram ele como o autor das agressões. Ele assumiu a responsabilidade pelos ataques a várias vítimas, mas alega que não se recorda dos fatos, não lembra como foi. Ele trabalha, tem emprego, trabalha como motoboy e, nos horários que não tinha trabalho, saía para atacar as vítimas, se aproveitando da vulnerabilidade das mulheres que estavam sozinhas", contou.
Como não houve flagrante, o delegado explicou que o suspeito foi encaminhado para a delegacia, ouvido e liberado. Agora, a Polícia Civil irá formalizar o inquérito a partir das mais de 30 denúncias para que seja pedido um mandado de prisão.

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