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Operação Escarlate

Polícia faz operação de combate à prostituição infantil na Grande Vitória

A primeira fase da Operação Escarlate foi realizada nesta terça-feira (15) e cumpriu 10 mandados de busca e apreensão

Publicado em 15 de Setembro de 2020 às 18:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 set 2020 às 18:48
A imagem mostra equipamentos eletrônicos apreendidos pela Polícia Civil dispostos em cima de uma mesa
A Polícia Civil apreendeu notebooks, HDs externos, celulares e tablets durante a Operação Escarlate Crédito: Divulgação/PCES
Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (15) a primeira fase da Operação Escarlate, que visa combater a prostituição de crianças e adolescentes na Grande Vitória. A ação, realizada pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em conjunto com o Departamento de Investigações Criminais (Deic), cumpriu 10 mandados de busca a apreensão na Região Metropolitana.
Polícia faz operação de combate à prostituição infantil na Grande Vitória
Os agentes da polícia apreenderam três notebooks, oito celulares, quatro HDs externos, dois tablets e um computador durante a operação. Segundo o titular da DPCA, delegado Diego Aleluia, perfis falsos na internet procuravam atrair os adolescentes para a prostituição.
"Chegou ao nosso conhecimento a existência de perfis falsos nas redes sociais, que estavam realizando contato com adolescentes para atraí-los à prostituição. Iniciamos as investigações para identificar os responsáveis por essa prática delituosa e agora esses equipamentos serão periciados e servirão para robustecer a investigação criminal”, explicou.
Ainda segundo o delegado, nessa primeira fase da operação foram solicitados apenas mandados de busca e apreensão, que serão utilizados para obter mais informações sobre o caso. Aleluia afirmou ainda, que outra fase da operação está programada para os próximos meses.
O delegado ressaltou ainda que denúncias sobre crimes desse tipo podem ser feitas diretamente na DPCA. “Caso algum adolescente tenha sido contactado pelas redes sociais para que se submeta a alguma forma de exploração sexual, pedimos que procure a DPCA para registrar a ocorrência”, frisou.

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