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Soltura de presos

'Pessoas estão sendo mortas com tornozeleira', alerta novo secretário de Segurança do ES

À frente da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Sesp), coronel Alexandre Ramalho apontou a libertação de presos, através de decisões da Justiça, como um dos fatores que levaram ao aumento do número de homicídios em março

Publicado em 08 de Abril de 2020 às 09:41

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 abr 2020 às 09:41
Novo secretário de Segurança Alexandre Ramalho com Comandante-Geral da PM Coronel Caus
Novo secretário de Segurança Alexandre Ramalho com Comandante-Geral da PM Coronel Caus Crédito: Rprodução Governo do Estado
Um dia após tomar posse, o novo secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Espírito Santo, coronel Alexandre Ramalho, criticou a soltura de presos no Estado e disse que as polícias precisam "partir para cima da criminalidade". Ele citou uma operação, em andamento na manhã desta quarta-feira (08), que conta com a participação de 100 policiais civis.
O secretário apontou a libertação de presos, através de decisões da Justiça, como um dos fatores que colaboraram para o aumento do número de homicídios em março.
"Observamos que houve uma quantidade enorme de solturas nesse período. E casos que chamam a atenção: pessoas estão sendo mortas com tornozeleira. Temos um caso em Cariacica que um homem foi solto em determinado dia. No dia 24 ele matou alguém e no dia 25 ele foi morto. Se entramos numa linha de soltar homicidas e traficantes, fica muito difícil. O peso recai sobre todo aparato policial e isso causa um desestímulo enorme nos policiais", apontou Ramalho, em entrevista do Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta.
O novo líder da segurança no Estado revelou que está em curso na manhã desta quarta-feira uma operação da Polícia Civil, denominada de Caim. Ramalho não detalhou quem seriam os alvos dessa operação, mas agradeceu o empenho o delegado-chefe José Darcy Arruda e do chefe da Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), o delegado José Lopes. "É isso que precisamos: é partir para cima da criminalidade. Lamentavelmente, para cima de alguns novamente porque já os prendemos e vamos prender novamente", desabafou.
Ramalho também cobrou ações de outras instituições, como Ministério Público do Espírito Santo (MPES) e prefeituras municipais. "Estamos falando de um país com 12, indo pra 13 milhões de desempregados e não sabemos para quantos depois dessa pandemia. Estamos falando de jovens de 12 anos a 28 anos ligados ao tráfico, filhos feitos aos finais de semana nos bailes do Mandela. Isso recai no aparato policial. Toda essa pressão, que vem nos ombros dos policiais, precisa ser compartilhada com as demais instituições", afirmou.
Alexandre Ramalho tomou posse nesta terça-feira (7) no cargo de secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, substituindo Roberto Sá, demitido pelo governador Renato Casagrande. Nesta data, o coronel Douglas Caus assumiu o comando-geral da Polícia Militar do Espírito Santo.

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