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Cadeirante é resgatada em estado grave sobre telhado de casa em Nova Venécia

Segundo o Corpo de Bombeiros, que realizou o resgate, Rosenir de Oliveira tinha vários hematomas pelo corpo e suspeita de traumatismo craniano. Caso ocorreu na tarde desta terça-feira (4)

Tempo de leitura: 2min
Linhares
Publicado em 05/01/2022 às 10h23
Corpo de mulher sobre o telhado em Nova Venécia
Corpo de mulher sobre o telhado em Nova Venécia. Crédito: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Uma mulher, que é cadeirante, foi socorrida no telhado de uma casa na tarde desta terça-feira (4) no bairro Altoé, em Nova Venécia, no Noroeste do Espírito Santo. Rosenir de Oliveira, de 50 anos, estava desacordada, apresentava hematomas pelo corpo e ainda com suspeita de traumatismo cranioencefálico, segundo o Corpo de Bombeiros. Em estado grave, ela foi encaminhada ao Hospital São Marcos, no mesmo município. 

Em nota, os Bombeiros informaram que tiveram dificuldade para acessar o local e precisou utilizar um caminhão de combate a incêndio para o socorro. Segundo a corporação, "a equipe chegou ao local e fez o trabalho de resgate, tentando a todo momento verbalizar com a vítima, que não respondia, mas também não apresentava aparentes lesões graves, sendo apenas hematomas no rosto. Pessoas que estavam no local foram questionadas sobre os possíveis motivos da queda e das lesões, mas disseram não saber. A mulher foi transportada a uma unidade de saúde e a Polícia Militar informada. Ninguém confirmou possíveis agressões no momento do atendimento."

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, a mulher pode ter caído de uma janela. Foi uma pessoa da família que relatou que Rosenir era cadeirante. A casa tem dois andares e ela estava no telhado do primeiro pavimento. 

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Segundo o delegado Wilian Dobrovosk, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Nova Venécia, policiais civis vão procurar eventuais testemunhas e familiares para levantar informações sobre o que aconteceu e quem poderia ter empurrado a mulher até o telhado. Apesar das lesões, ele esclarece que apenas o laudo médico deve apontar se a vítima foi ou não agredida e empurrada. Não há informações sobre possíveis suspeitos até o momento.

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