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Garoto conta que é abusado pelo avô desde os 4 anos no ES

Padrasto do adolescente de 13 anos encontrou o enteado com o idoso nus. No hospital, em Vitória, o menino admitiu que foi abusado pelo avô por nove anos

Tempo de leitura: 2min
Cachoeiro de Itapemirim / Rede Gazeta
Publicado em 21/01/2022 às 13h30
Viatura da Polícia Militar
Responsáveis pelo adolescente acionaram a Polícia Militar . Crédito: Carlos Alberto Silva

Um adolescente de 13 anos contou ao padrasto e à mãe que, desde os 4 anos, vinha sendo abusado sexualmente pelo avô, de 63. O relato foi feito na manhã desta quinta-feira (20), em Vitória, no Espírito Santo. O garoto denunciou a violência após ele e o idoso serem flagrados nus pelo padrasto da vítima.

Segundo a Polícia Militar, o padrasto relatou aos policiais que o idoso teria dormido na casa onde moram ele, a companheira dele e o enteado. Ele revelou que, por volta das 5h30 desta quinta-feira, foi ao banheiro e, ao passar pelo quarto do menino, viu o idoso em cima do garoto – ambos estavam nus. O homem disse que, naquele momento, ficou em choque e não conseguiu falar nada.

Pela manhã, o padrasto do adolescente levou o idoso até um terminal rodoviário, na Serra, pois ele iria trabalhar em Rio Novo do Sul, no Sul do Estado. 

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Quando o padrasto da vítima voltou para casa, conversou com a esposa dele e, em seguida, acionou a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

ABUSOS SEGUIDOS

O homem procurou o enteado para conversar, e o menino disse que sentia dores e confirmou a prática de ato sexual pelo avô. O adolescente ainda afirmou não ter sido a primeira vez que o fato acontecia, pois o idoso sempre frequentava a casa da família. Segundo o menor, os abusos aconteciam desde que ele tinha quatro anos.

A criança estava internada no Hospital Infantil de Vitória
O menino de 13 anos foi levado para o Hopital Infantil de Vitória, onde confessou sofrer os abusos. Crédito: TV Gazeta | Reprodução

O adolescente foi encaminhado pelo Samu ao Hospital Infantil de Vitória. Os responsáveis foram orientados a registrar boletim de ocorrência na delegacia após o atendimento médico.

INVESTIGAÇÃO

Demandada pela reportagem, a Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Segundo a corporação, até o momento nenhum suspeito foi detido e mais detalhes não serão divulgados.

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