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Trabalhava com a vítima

Família e empresa comentam prisão de suspeito de mandar matar Wallace Lovato

Bruno Valadares de Almeida, de 39 anos, estava em casa, no bairro Jardim Colorado, quando foi capturado pela Polícia Civil

Publicado em 12 de Julho de 2025 às 14:13

Júlia Afonso

Publicado em 

12 jul 2025 às 14:13
Bruno Valadares de Almeida, diretor financeiro da empresa de Wallace Lovato (em destaque) foi preso no dia 12 de julho
Bruno Valadares de Almeida, diretor financeiro da empresa de Wallace Lovato (em preto e branco), foi preso neste sábado (12) Crédito: Redes Sociais
Neste sábado (12), a polícia prendeu Bruno Valadares de Almeida, de 39 anosdiretor financeiro da empresa de Wallace Lovato, morto no dia 9 de junho na Praia da Costa, em Vila Velha. Segundo apuração do g1 ESBruno é suspeito de ser o mandante do crime. A notícia chegou de surpresa para a família da vítima, que se manifestou dizendo estar impactada. O CEO da Globalsys, fundada por Wallace, também enviou uma nota sobre o caso. 
"O trabalho sempre foi um dos principais motores da vida de Wallace. É muito triste para nós saber que um filho, marido e pai de duas crianças se foi e que a suspeita recai nos interesses comerciais e financeiros. Seguimos acompanhando as investigações com fé, confiança e respeito pelo trabalho da polícia. Agradecemos o empenho de todos que estão direta ou indiretamente envolvidos na apuração. Esperamos que toda verdade seja esclarecida. A dor não vai passar, mas a justiça precisa ser feita", declarou a família.
Thiago Molino, CEO da Globalsys, afirmou estar acompanhando de perto as investigações, colaborando com tudo que é preciso. "Informamos também que tomamos imediatamente todas as providências para rescindir qualquer relação do prestador de serviço investigado com a empresa. Seguimos confiando nas investigações e acreditando que a justiça será feita", disse ele, em comunicado à imprensa. 
O crime aconteceu na tarde do dia 9 de junho. Wallace foi executado com um único tiro na cabeça no bairro Praia da Costa, enquanto entrava em seu carro, na porta da empresa Globalsys. Outras três pessoas suspeitas de envolvimento no crime já foram presas: o motorista, o atirador e um intermediário.

Defesa se manifesta

A defesa de Bruno, representada pela representada pela assessoria jurídica Pires & Pinho, enviou  nota na segunda-feira (14) afirmando que o cliente é inocente. "Por respeito ao devido processo legal e ao trâmite do procedimento no âmbito do Poder Judiciário, não serão prestados esclarecimentos adicionais neste momento sobre os fatos que originaram a investigação criminal. A assessoria também comunica que já foi solicitada a habilitação nos autos do processo, a fim de assegurar o pleno direito de defesa e contribuir para o esclarecimento da verdade dos fatos. Demais informações serão oportunamente divulgadas, conforme o regular andamento do processo e as decisões que forem sendo proferidas pela Justiça", declarou.

A prisão do diretor financeiro

Bruno Valadares foi preso em casa, no bairro Jardim Colorado, em Vila Velha, neste sábado (12). Ele prestou depoimento na Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) do município e depois passou por exames no Instituo Médico Legal (IML), em Vitória, antes de ir para o presídio. Na residência dele, conforme apurado por A Gazeta junto a fontes da Segurança Pública, foram apreendidos notebook, celular, joias, dinheiro e duas armas.

A motivação

A principal linha de investigação, de acordo com apuração do g1 ES, aponta que Lovato descobriu um desvio de dinheiro praticado por Bruno dentro da empresa. A suspeita é de que, temendo as consequências da descoberta, o diretor financeiro teria planejado o crime.

Governador fala sobre prisão

Em entrevista à repórter Priciele Venturini, da TV Gazetao governador Renato Casagrande falou sobre a prisão de Bruno. "É mais um passo nessa investigação, porque identificamos o motorista, o pistoleiro, o intermediário, e agora a gente identifica uma outra pessoa que teve um vínculo com o intermediário. [...] Estamos falando de uma ligação. Pode ser transferência bancária, deixa a polícia investigar, mas tem claramente um vínculo, uma ligação entre o diretor e o intermediário", ponderou. 

Ponto a ponto do crime

Atualização

14/07/2025 - 3:04
A defesa de Bruno, preso suspeito de ser o mandante, enviou nota à imprensa nesta segunda-feira (14). O texto foi atualizado.

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