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"Motivo muito fútil"

Família denuncia agressão de grupo após saída de festa em Vitória

Pai, mãe e filho saíram de uma festa em Pontal de Camburi, neste domingo (10), e foram atacados na hora de entrar no carro de aplicativo que haviam pedido

Publicado em 11 de Julho de 2022 às 20:35

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 jul 2022 às 20:35
Pai, mãe e filho ficaram com as marcas de agressões no rosto e no corpo; eles tinham saído de uma festa em Pontal de Camburi, neste domingo (10), e foram atacados na hora de entrar no carro de aplicativo que haviam pedido
Mãe e filho ficaram com marcas no rosto e no corpo Crédito: Divulgação
Uma família procurou a polícia denunciando que foi agredida na saída de uma festa no bairro Pontal de Camburi, em Vitória, na noite deste domingo (10). As vítimas acreditam que o grupo de cerca de oito pessoas as atacou porque queriam entrar no carro de aplicativo que elas haviam pedido.
Em entrevista à repórter Tarciane Vasconcelos, da TV Gazeta, a costureira Maria da Penha Ribeiro disse que o grupo avançou nela, no filho e no marido logo depois que o carro chegou.
"Durante a festa não teve nada. Foi a gente sair, pedir o carro, e a confusão começou. Quando nosso carro chegou, eles tomaram a frente. Começaram a bater no meu filho, depois a mulher de um dos caras me jogou no chão. Motivo muito fútil, não tem como explicar. Estou machucada no braço, cotovelo, cabeça toda machucada. As pessoas chegavam e perguntavam o que estava acontecendo. O Caio (filho) só se defendia, não tem uma escoriação na mão. Ele só apanhou", contou.
O empresário Caio Ribeiro relatou que o grupo não deixou a família entrar no carro. "Minha mãe confirmou que foi eu que pedi o carro, mas não quiseram deixar. Barravam as portas, não deixavam a gente entrar. Foi aí que, em uma discussão, eu estava tentando defender meus pais, eles vieram para cima de mim e me deram um soco. E daí tudo desmoronou. Levaram o meu pai para o outro lado da rua para que ele não me defendesse, a namorada de um deles segurou minha mãe enquanto ele batia na cara da minha mãe, e nisso me xingando o tempo inteiro, falando coisas horríveis."
As vítimas registraram o caso na delegacia. Eles disseram que ficaram tão atordoados que nem conseguem se lembrar do rosto dos agressores. "Apanhei na cabeça. Estou com muito medo de acontecer de novo, pois eles sabem quem eu sou, e eu não faço ideia de quem são eles. Só apanhei na cabeça, e também socaram minha cara o tempo inteiro."
Polícia Civil foi questionada sobre a investigação do caso. Assim que houver retorno, este texto será atualizado.

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