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Empresário é preso em ação da PF de combate à venda ilegal de armas no ES

O homem de 66 anos foi preso em casa, em Vila Velha, durante o cumprimento de mandado de prisão. Ele já havia sido preso em março por manter um clube de tiro sem autorização

Vitória
Publicado em 23/11/2020 às 15h36
Atualizado em 23/11/2020 às 17h59
Vila Velha
A segunda fase da Operação Chicago resultou na apreensão de 3 armas, munições e um empresário também foi preso. Crédito: Divulgação/Polícia Federal

Polícia Federal prendeu na manhã desta segunda-feira (23), em Vila Velha, um empresário de 66 anos, dono de um comércio de armas. A prisão se deu durante o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e ainda um mandado de prisão por meio da Operação Chicago - Fase 02, expedidos pela Comarca de Águia Branca, na região Noroeste do Espírito Santo. O nome do suspeito não foi informado.

Na ação desencadeada nesta manhã, o empresário acabou preso na própria residência, localizada no bairro Jardim Asteca.

Além disso, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no município de Águia Branca, sendo um no escritório da empresa e o outro no clube de tiro que funcionou ilegalmente, segundo as investigações da Polícia Federal. Durante o cumprimento dos mandados, foram aprendidas três armas de fogo e 122 munições de calibres diversos.

PRIMEIRA FASE

Este empresário havia sido preso em 31 de maio deste ano após uma fiscalização conjunta do Exército Brasileiro e da Polícia Federal no clube que funcionava sem a devida autorização, inclusive com a realização de torneios de tiro.

O empresário, aponta a PF, estava respondendo o processo em liberdade, contudo perdeu a autorização de continuar administrando a loja de comércio de armas e munições em Vila Velha. Embora tenha saído do contrato social das empresas, ele continuou exercendo a atividade de comércio destes produtos controlados, sem possuir autorização do Exército.

O investigado responderá pelo crime de comércio ilegal de arma de fogo, previsto no Artigo 17 da Lei 10.826 por cada posse irregular. Se condenado, o homem de 66 anos pode pegar uma pena que vai de 6 a 12 anos de prisão, além de multa.

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