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Confusão

Casal é preso suspeito de ameaçar e agredir PMs durante festa em Vila Velha

Os policiais contaram que uma policial civil que presenciou o caso foi até a delegacia na condição de testemunha e tentou interferir no trabalho dos militares. Caso ocorreu na noite desta terça-feira (4)

Publicado em 05 de Janeiro de 2022 às 09:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 jan 2022 às 09:03
Delegacia Regional de Vila Velha
A ocorrência foi registrada na 2ª Delegacia Regional de Vila Velha Crédito: Fernando Madeira
Um casal foi preso após ameaçar e agredir policiais militares na Praia de Itaparica, Vila VelhaGrande Vitória, na noite desta terça-feira (4). Conforme apuração da repórter Daniela Carla, da TV Gazeta, a PM foi chamada por moradores de um prédio onde ocorria uma festa no salão de festas do local. Os envolvidos não tiveram os nomes repassados.
Os condôminos reclamaram que a conversa alta no salão estava incomodando. Os policiais foram até o prédio, mas o casal, que oferecia a festa, ficou revoltado.  Conforme apuração da reportagem, o homem teria ido ao apartamento, pegou uma faca e fez ameaças aos militares, enquanto a mulher teria dado tapas em um sargento da corporação.
O homem, segundo os policiais, estava com sinais de embriaguez, e eles tiveram que convencê-lo a soltar a faca. Ele queria voltar para o apartamento normalmente, mas os militares explicaram que o casal teria que ir para a delegacia por conta da agressão e a ameaça contra a guarnição. 

POLICIAL CIVIL ENVOLVIDA

Os policiais contaram à reportagem da TV Gazeta que uma policial civil que mora no prédio e estava na festa foi para a 2ª Delegacia Regional de Vila Velha, na condição de testemunha, e tentou interferir no trabalho dos policiais. Ela teria pedido para que os militares deixassem "tudo para lá" e não levassem o casal para a delegacia.
Diante disso, os policiais pediram para que a Polícia Civil avaliasse a conduta da policial. 

O QUE DIZ A POLÍCIA CIVIL

Também por nota, a Polícia Civil informou que o delegado plantonista entendeu que, como as versões dadas pelos detidos estavam totalmente controversas, o caso necessitaria de maior apuração. Os militares ouvidos e os demais envolvidos foram liberados. 
A PC evidenciou que a Polícia Militar não reacionou a policial civil como testemunha, o que a impossibilitou de prestar depoimento. Ainda de acordo com a PC, como o caso envolve três corporações, sendo um soldado da PM que atendeu a ocorrência, a policial civil e um policial penal, o caso será encaminhado às corregedorias de cada instituição.
*Com informações de Daniela Carla, da TV Gazeta

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