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Secretaria da Saúde

Pico de Covid-19 no ES será em meados de abril, diz subsecretário

Em entrevista à TV Gazeta, o subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, informou que o número de casos deve atingir o ápice nas próximas duas semanas

Publicado em 06 de Abril de 2020 às 08:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 abr 2020 às 08:48
Coordenador do Centro de Operações Estratégicas (COE) da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Luiz Carlos Reblin
Coordenador do Centro de Operações Estratégicas (COE) da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Luiz Carlos Reblin Crédito: Reprodução/TV Gazeta
O pico de casos do novo coronavírus no Espírito Santo deve acontecer nas próximas duas semanas. É o que aponta as projeções da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Em entrevista ao programa Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta, o subsecretário de vigilância em saúde, Luiz Carlos Reblin, disse que o número de casos deve subir bastante até meados do mês de abril.
Pico de Covid-19 no ES será em meados de abril, diz subsecretário
“Percebemos pelo registro de ontem (05) que a doença continua subindo. É o que tínhamos planejado do ponto de vista de número de casos aqui para o Espírito Santo, a avaliação sempre foi essa. Essa semana e a semana que vem, de fato, são os dias em que os casos serão muitos aqui entre nós. Devemos elevar muito a nossa curva até a metade de abril. Esse aumento deve permanecer até chegar em meados de abril, sim, no nosso pico”, explicou.
Apesar de a projeção apontar que o pico deve ser alcançado ainda este mês, o subsecretário explica que após este ápice o número de registro de casos diários ainda vai se manter por cerca de seis semanas.
“Não que essa curva depois vai descer, que vai cair o número de casos. Mas, a partir dessa subida, devemos permanecer num platô, no alto, e os números mostram isso, por seis semanas seguidas”, disse.
Para manter ou diminuir as projeções já estabelecidas, Reblin recomenda que as pessoas sigam as orientações determinadas pelas autoridades.
“Pedimos que as pessoas permaneçam em isolamento social, que sigam as regras estabelecidas pelo governo do Estado. Temos um decreto em vigor que define quais são as atividades que podem funcionar e aquelas que não devem funcionar porque, dependendo dessas atitudes que temos de permanecer em isolamento. Podemos fazer com que esse aumento de casos que estamos verificando entre nós possa ser menor”, completou.

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