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Farmácias de Vitória já estão sem estoques de máscaras e álcool em gel

Com as suspeitas de caso no ES, uma delas já descartada, farmácias registram o aumento de vendas  desses itens

Publicado em 26/02/2020 às 20h50
Atualizado em 27/02/2020 às 11h28
Mascaras protetoras estão entre os itens mais procurados para prevenir o contato com o vírus. Crédito: Kin Cheung/AP
Mascaras protetoras estão entre os itens mais procurados para prevenir o contato com o vírus. Crédito: Kin Cheung/AP

As farmácias e drogarias de Vitória já começam a ficar sem estoques de álcool em gel, máscaras e luvas, itens recomendados para evitar o contato com o vírus. O aumento das vendas ocorreu com o aumento de casos do coronavírus na Itália,  que entrou para a lista de países que determinam casos suspeitos do Ministério da Saúde, e as suspeitas de pacientes no Espírito Santo, uma delas já descartada nesta quarta-feira (25) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa).

Vale ressaltar que, na lista de orientações da Organização Mundial de Saúde para se prevenir da doença, não há a indicação de uso da máscara. O material é indicado somente para pessoas infectadas. Já a higienização é uma das prioridades para se prevenir o contágio. Para isso, o álcool gel é citado, bem como o uso de água e sabão.

SEM ESTOQUE

Uma farmácia da Avenida Marechal Campos, em Vitória, já não tem mais estoque de máscaras descartáveis. Segundo o farmacêutico Iuri Fernandes, as vendas têm aumentado muito, e a unidade já não tem mais disponibilidade de álcool em gel.

Segundo o funcionário de outro estabelecimento na Praia do Suá, José Vitor Barreto, nesta quarta-feira (26), o anúncio de dois casos suspeitos no Estado, um deles já descartado, foi responsável pelo fim das mercadorias. “Hoje foi demais, foi o dia que mais vendeu. Zerou o estoque de álcool, as máscaras já tinham acabado há algumas semanas”, afirmou.

Em Bento Ferreira,  uma drogaria também não conta mais com os itens para a venda. De acordo com o balconista Leonardo Inácio, os produtos também já não tem mais disponibilidade no sistema da distribuidora que abastece a loja. “Tentamos fazer o pedido de mais mercadoria, mas não constava mais no sistema”.

No mesmo bairro, o balconista Josinei Faria notou um aumento da procura. Ele afirmou que o estoque disponível de álcool em gel já foi todo vendido.

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A Gazeta entrou em contato com outras redes de drogarias para comentar a respeito da demanda por álcool gel, mas não se manifestaram até o fechamento desta reportagem.

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