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Durante a pandemia

Coronavírus no ES: Apae garante atendimento e manutenção das vagas

Preocupadas com os riscos relacionados à Covid-19,  famílias recebem garantia de manutenção dos serviços

Publicado em 26 de Março de 2020 às 15:23

Redação de A Gazeta

Publicado em 

26 mar 2020 às 15:23
Coronavírus - Covid19
A pandemia do novo coronavírus impôs algumas restrições para o atendimento de usuários das Apaes  Crédito: PIRO4D/Pixabay
Desde o início das restrições impostas pelo governo do Estado a fim de conter o avanço do novo coronavírus (Covid-19), o isolamento social tem sido a conduta de boa parte da população. Alguns grupos, porém, encontram-se em condição diferenciada, como é o caso dos usuários das unidades da Apae. 
Em períodos de normalidade, a assiduidade é fundamental para garantir a vaga e o recebimento de serviços nas áreas de educação, saúde e assistência social. Mas, em tempos de pandemia, ninguém vai perder a assistência se faltar às atividades.
Essa era uma preocupação de familiares de usuários, reportada para A Gazeta, mas o presidente da Federação das Apaes no Espírito Santo (Feapaes-ES), Vanderson  Pedruzzi Gaburo, assegurou que todos que utilizam os serviços da associação vão continuar assistidos. Nesta quarta-feira (25), ele esteve reunido com o secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, com quem pactuou a manutenção de atividades e alguns protocolos de atendimento. 
Entre as medidas, destaca Vanderson, está a assistência por meios tecnológicos, como grupos de mensagem para trocar informações e teleatendimento. "As pessoas precisam ter tranquilidade de ficar em casa. Nossa orientação às Apaes é para criarem estratégias e ficarem próximas de quem precisa do atendimento, seja de forma presencial, seja a distância."
A assessoria da Feapaes acrescenta que as unidades foram orientadas a criar  um "Plantão de apoio às famílias", para que as instituições mantenham contato constante, a fim de dar suporte e orientação em todas as situações necessárias, reforçando a  responsabilidade social com as pessoas com deficiência.
"Outra orientação é que as instituições usem critérios e pactuem a suspensão de qualquer serviço, caso seja necessário, com os poderes públicos com os quais possuem atos formalizados. Reforçamos que não aconselhamos nenhuma adoção de medidas de suspensão sem a plena pactuação com as autoridades competentes", finaliza, em nota. 
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