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Investimento de R$ 200 milhões

Obras da fábrica da Britânia em Linhares começam em março

Unidade capixaba deve começar a produzir eletrodomésticos no início de 2021. Expectativa é que sejam criados mil empregos diretos. Investimento foi confirmado nesta quarta (15)

Publicado em 15 de Janeiro de 2020 às 17:54

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 jan 2020 às 17:54
Fábrica da Britânia em Curitiba, no Paraná Crédito: Britania/Divulgação
As obras da fábrica da Britânia Eletrodomésticos, no distrito de Bebedouro, em Linhares, vão começar em março. De acordo com a empresa, que tem sede na cidade de Curitiba (PR), serão investidos cerca de R$ 200 milhões na primeira fase do projeto, que contempla a construção de um galpão de distribuição e de uma fábrica. Ao todo, com outras etapas do projeto, os investimentos da empresa no Espírito Santo podem chegar R$ 400 milhões.
A construção da fábrica foi adiantada com exclusividade pela colunista de A Gazeta Beatriz Seixas em dezembro e confirmada por executivos do grupo nesta quarta-feira (15), em Vitória. A previsão da empresa é de que a operação da fábrica tenha início em janeiro do próximo ano. No início da operação, serão gerados cerca de mil empregos diretos, mas esse número pode crescer conforme a demanda chegando a cerca de 2 mil oportunidades.
As vagas serão para todos os níveis de ensino e a recrutamento deve começar entre novembro e dezembro deste ano. Os currículos serão recebidos por uma equipe da empresa e por um cadastro no site da Britânia. 
Já as vagas para a construção da unidade ainda não foram anunciadas, mas a seleção deve ser realizadas pela empreiteira que fará a obra. A expectativa é de que a companhia responsável pela construção da fábrica seja escolhida até o próximo mês.

NOVA UNIDADE DA BRITÂNIA 

O diretor presidente da Britânia, César Buffara, explica que a unidade será construída em uma área de 65 mil metros quadrados,  o que equivale a cerca de 1,5 campo de futebol. A produção deve abastecer todo o país. Do total de investimentos destinados á primeira fase do projeto, R$ 110 milhões serão para a compra de máquinas e equipamentos importados. Outros R$ 80 milhões para  a construção da unidade.
"A construção da fábrica e do centro de distribuição é a etapa um dos projetos da Britãnia para Linhares. Nós vamos fazer mais etapas do que esta que anunciamos nesta quarta (16). A partir do próximo ano, vamos iniciar, na unidade do Espírito Santo, a produção do gabinete e do cesto da máquina de lavar automática. A máquina de lavar automática é um novo produto nosso e ele está vindo já para o Estado, por enquanto a que comercializamos é importada", apontou.
Ainda segundo Buffara, praticamente toda a linha de eletroportáteis será produzida na unidade de Linhares em duplicidade com a unidade de Santa Catarina. Os componentes para abastecer a produção devem chegar pelo Porto de Vitória.  Além disso, em uma segunda etapa, o terminal pode receber produtos finalizados. 
"Ainda está a definir se a unidade de Linhares vai receber produtos importados já acabados. Inicialmente não teremos espaço para isso. Para receber essa mercadoria precisaremos fazer a segunda etapa do projeto logo em seguida, o que deve levar de um ano e meio a dois anos depois do início das operações da fábrica"
César Buffara - diretor presidente da Britânia
Ainda segundo o diretor presidente, hoje a unidade de Santa Catarina tem 150 mil metros de Centro de Distribuição que dão um suporte a importação de produtos acabados. No Espírito Santo, os 65 mil metros iniciais construídos já estariam cheios com a produção local e, por isso, a necessidade de uma expansão.
Futuramente as mercadorias podem chegar via Porto da Imetame, em Aracruz, o que reduzia ainda mais o custo com logística. De acordo com o governado do estado Renato Casa Grande, o porto deve ser estar pronto em três anos e viabilizará o deslocamento maior de containers entre os países.
De acordo com o prefeito de Linhares, Guerino Zanon, o namoro para que a empesa se instalasse em Linhares demorou 2,5 anos e há cerca de quatro meses as negociações tomaram foram. Inicialmente, a fábrica de Curitiba seria ampliada, mas a empresa acabou escolhendo construir no Espírito Santo. "Linhares fica na área da Sudene o que atrai as empresas. Além disso, a logística e a estrutura da cidade possibilitam que a instalação de centros de distribuição. Mas, nós também queremos que as fábricas venham para cá", comenta.

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