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Estrada de Ferro Vitória a Minas deve ampliar transporte de passageiros

Ramal ferroviário construído em 1904 deverá receber R$ 1 bilhão em investimentos, segundo informou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas

Publicado em 03/06/2020 às 20h40
Estrada de Ferro Vitória a Minas
Estrada de Ferro Vitória a Minas. Crédito: Vale/Divulgação

A Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) deve ampliar o número de passageiros depois que receber investimentos estimados em R$ 1 bilhão. A informação é do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que participou de uma conferência virtual na manhã desta quarta-feira (03) com o deputado federal Evair de Melo (PV).

Segundo o ministro, o dinheiro será utilizado para melhorar a malha e na resolução de conflitos ferrovia-cidades. “A Vitória a Minas é uma ferrovia de 1904 e transporta mais de 120 milhões de toneladas por ano, o que a coloca entre as 10 mais eficientes do planeta. Com os investimentos a serem feitos a gente deve ter uma ampliação no transporte de passageiros, com uma frequência maior e mais disponibilidade no trem de passageiros”, informou o ministro.

OBRAS DE NOVA FERROVIA COMEÇAM ATÉ 2022

Além do investimento na EFVM, a Vale também dará início à construção da ferrovia que ligará o Espírito Santo ao Rio de Janeiro. O trecho sob responsabilidade da empresa ligará Cariacica a Anchieta. Este trecho da obra ficará sob responsabilidade da Vale como contrapartida pela prorrogação da utilização da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM).

“A Vale vai fazer todo o projeto da ferrovia ligando Vitória ao Rio de Janeiro e construir o trecho inicial até Anchieta. Esse é o início da ferrovia 118, que no futuro vai ligar os dois Estados. Acho que a renovação da EFVM sai no segundo semestre, depois vamos passar pelo período de licenciamento, então, até o fim de 2021, início de 2022, a gente deve iniciar essa obra”, disse o ministro citando investimentos de até R$ 2,5 bilhões para a construção do trecho.

“Depois que tivermos todo o projeto, veremos onde buscar o investimento para fazer o restante da ligação desta ferrovia”, acrescentou o ministro.

Apesar de a primeira parte da ferrovia ser construída pela Vale, isso não quer dizer que ela será a responsável pela operação. Depois de pronta deverá ser feita a concessão do ramal ferroviário que determinará qual empresa será responsável por sua exploração.

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