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Desemprego no ES tem menor taxa na pandemia, mas 238 mil estão sem trabalho

Com a crise, 61 mil pessoas desistiram de procurar um emprego no Estado. Veja o raio-x do mercado de trabalho do Espírito Santo divulgado pelo IBGE

Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 31/08/2021 às 16h26
Carteira de Trabalho e previdência social
Carteira de Trabalho: 31 mil conseguiram um emprego no Estado no 2º trimestre. Crédito: Fernando Madeira

O mercado de trabalho do Espírito Santo começa a se recuperar da grave crise provocada pela pandemia do coronavírus. Com o avanço da vacinação e o controle parcial da doença, muitas atividades econômicas voltaram a funcionar, o que se refletiu diretamente no emprego. No segundo trimestre deste ano, o Estado registrou o menor índice de desemprego desde o início da pandemia.

A taxa de desocupação no Estado ficou em 11,4%, a menor desde o primeiro trimestre de 2020, quando foi de 11,1%. No primeiro trimestre deste ano, a taxa havia ficado em 12,9%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta terça-feira (31) pelo IBGE.

No entanto, o número de desempregados no Estado ainda é alto: 238 mil pessoas estavam desocupadas no Espírito Santo no segundo semestre. O número é o mais baixo desde o início do ano passado e o mesmo registrado no primeiro trimestre de 2020. 

O número de desempregados recuou após 31 mil pessoas no Estado terem conseguido um trabalho no segundo semestre, apontou a pesquisa do IBGE. Desses, porém, a maioria atua na informalidade. São 20 mil pessoas que entraram no mercado de trabalho sem carteira assinada.

Já a população ocupada atingiu 1,848 milhão de pessoas, apresentando estabilidade em relação ao trimestre anterior e aumento de 5,1% (89 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2020.

A maior parte dos trabalhadores capixabas está no setor privado e atua com carteira assinada (634 mil pessoas). O segundo maior grupo é o dos que trabalham por conta própria, que chegam a 535 mil no Estado.

O rendimento médio dos trabalhadores capixabas, no segundo trimestre, ficou em R$ 2.299, sem variação em relação ao primeiro trimestre.

61 MIL DESISTIRAM DE PROCURAR EMPREGO NO ES

Outros 61 mil estão desalentados, que são aqueles que gostariam de trabalhar, porém desistiram de procurar um emprego por achar que não conseguiriam um trabalho adequado.

Outros 130 mil no Estado estão subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, ou seja, poderiam e gostariam de trabalhar mais, mas não acham um emprego com tais condições.

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