Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Centro cultural

Vitória vai mudar PDU para impedir estocagem de café no Teatro Carmélia

Decreto publicado no Diário Oficial estipula a criação de grupo de trabalho para estudar propostas de qualificação urbanística para a região

Publicado em 06 de Agosto de 2020 às 14:50

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 ago 2020 às 14:50
Centro Cultural Carmélia, em Mário Cypreste, Vitória, ES.
Centro Cultural Carmélia fica em Mário Cypreste, Vitória Crédito: Vitor Jubini
Para evitar que o Centro Cultural Carmélia de Souza seja transformado em local para armazenamento de sacas de café, laboratório e escritórios da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Prefeitura de Vitória pretende mudar o Plano de Diretor Urbano (PDU) da capital.
A informação foi divulgada na manhã desta quinta-feira (06) pelo prefeito Luciano Rezende (Cidadania) durante entrevista à Rádio CBN. Em publicação no Diário Oficial do município desta quinta, já institui um grupo de trabalho técnico para a realização de estudos e propostas de qualificação urbanística.
O decreto de nº 18.147 diz que os estudos e propostas do grupo deverão ser direcionados para o setor localizado na entrada Sul de Vitória, pertencente à Zona Especial de Interesse Urbanístico 1 (ZEIU 1), delimitada no Plano Diretor Urbano Municipal, onde se localiza o Teatro Carmélia, o Complexo Esportivo Tancredão, o Sambódromo ou “Sambão do Povo”, dentre outros.
"Essa área toda é uma área nobre, numa região da cidade que precisa ser revitalizada. Publiquei o decreto de um grupo que vai apresentar mudanças no PDU para que isso não vire um depósito de café ou de grão, para uso daquela região com qualificação para cultura, lazer e turismo"
Luciano Rezende - Prefeito de Vitória
Segundo Luciano, a expectativa para a região é a mesma adotada no caso do Campo do Santa Cruz, localizado em Santa Lúcia. A área de 6.635 m² pertencente à União, antes usada pela comunidade, será comercializada por R$ 6,5 milhões. A proposta do governo Federal era construir uma repartição pública. Após a prefeitura alterar o PDU, a área deverá abrigar, também, algum espaço de lazer.
“O crescimento é importante e desejável, mas precisa ser equilibrado com um PDU que possa defender a qualidade de vida. É por esse caminho que a gente vai, além do diálogo. Pedi o grupo de trabalho para que atue em 10 dias, podendo prorrogar. Eu não tenho outros instrumentos legais a não ser o Plano Diretor”, afirma.
Após receber e analisar as propostas apresentadas pelo grupo, o prefeito deve adotar os procedimentos legais que antecedem a possível alteração da legislação na Câmara Municipal, como a discussão com a comunidade por meio de conselhos municipais e agendamento de audiências públicas.
Os trabalhos serão coordenados pela gerente de gestão urbana da Secretaria Municipal de Desenvolvimento da Cidade (Sedec) e também vai contar com servidores das Secretarias de Cultura (SEMC), Esportes e Lazer (Semesp) e da Companhia de Desenvolvimento, Turismo e Inovação (CDTIV).

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Motorista bêbado foge de blitz da polícia e capota carro com esposa e filho de 2 anos em Cariacica
Imagem de destaque
O 'sonho mexicano': americanas se mudam para o país vizinho para viver com maridos deportados
Imagem de destaque
Motorista é flagrado pela PRF a 166 km/h na BR-101 em Guarapari

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados