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Obras na rodovia

Trecho da BR 262 será interditado por três dias para remoção de pedras

A interdição começa nesta segunda-feira (13) no trecho que liga a Grande Vitória e a Região Serrana do Estado

Publicado em 12 de Julho de 2020 às 13:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 jul 2020 às 13:15
Pedras sendo retiradas da BR 262 onde será a interdição
Pedras sendo retiradas da BR 262 onde será a interdição Crédito: Dnit
BR 262 ficará interditada a partir de segunda-feira (13) até quarta-feira (15), no trecho que compreende a reta de Viana (km 22) até a altura do Posto do Café (km 58), em Marechal Floriano. A interdição será necessária para remoção de pedras no trecho do quilômetro 31, na divisa entre Domingos Martins e Alfredo Chaves. A interdição na rodovia que interliga a Grande Vitória e a Região Serrana será acompanhada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
As interdições vão ocorrer das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h. Durante a noite e madrugada o fluxo de veículos será completamente liberado. 
"A PRF vai estar junto nos ajudando indicando para os motoristas as possibilidades para chegarem ao destino", observou o superintendente Romeu Sheibe, do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit).
O Dnit informa que o principal desvio será no município de Alfredo Chaves, pela rodovia estadual ES-146, que dá acesso à BR-101. Para quem sai de Vitória, deve pegar a BR-101 após o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), entrar em Alfredo Chaves pela ES-146 e subir por essa mesma rodovia até o Posto do Café, em Marechal Floriano, para então ter acesso novamente à BR-262. O desvio possui cerca de 100 quilômetros. 
A interdição será realizada para a retirada de blocos de pedra instáveis na parte alta de um paredão de rocha que margeia a rodovia.  "Estamos fazendo uma obra de contenção no local, onde será colocada uma tela para manter as rochas fixas para evitar que se movam. Porém, como há blocos instáveis, eles precisam ser retirados. É um trabalho de vários dias e que para que seja concluído o sistema de "pare e siga" não é suficiente, em especial pela insegurança aos motoristas que trafegam na via", explicou.
O superintendente Romeu Sheibe disse que a situação de instabilidade das pedras surgiram devido às fortes chuvas do final de 2019 e também em janeiro de 2020. Na época, mais de 70 barreiras caíram sobre a pista da 262. 
"A areia entre as pedras foi lavada pelas chuvas intensas e trouxe instabilidade para o local.  Vamos colocar uma tela própria para a contenção, mas as pedras soltas precisam ser retiradas para criar uma superfície lisa. A interdição total vai nos permitir a dar produtividade a equipe e segurança aos motoristas", pontuou. 
Sheibe disse que a menor circulação de veículos na pista devido à pandemia e também a ausência de chuvas recente colabora para que a obra seja realizada com maior agilidade possível. 

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