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Pandemia

Sesa prorroga suspensão das cirurgias eletivas na rede privada do ES

A medida foi publicada em portaria no Diário Oficial desta segunda-feira (19). A suspensão agora é válida até o dia 30 de abril

Publicado em 19 de Abril de 2021 às 08:16

José Carlos Schaeffer

Publicado em 

19 abr 2021 às 08:16
ES abre 68 leitos para o tratamento da Covid em Linhares
Leitos para o tratamento da Covid-19 no Espírito Santo Crédito: Reprodução
A Secretaria de Estado da Saúde prorrogou a suspensão das cirurgias eletivas não essenciais nas unidades hospitalares da rede privada em todo o Espírito Santo. A medida foi publicada em portaria no Diário Oficial desta segunda-feira (19). A suspensão agora é válida até o dia 30 de abril.
A última portaria que tratava do tema suspendia os procedimentos até a próxima quinta-feira (22), quando completaria um mês de interrupção. De acordo com o texto, a prorrogação da suspensão foi definida “considerando o agravamento da pandemia em razão da terceira expansão da infecção do coronavírus e o incremento rápido da demanda por assistência à saúde nas redes públicas e privadas”. A portaria também traz como justificativa a participação da rede privada de saúde no SUS em caráter complementar.
A suspensão das cirurgias eletivas não essenciais na rede privada foi posta em prática ainda no mês de março. O objetivo era evitar o colapso do sistema de saúde e a concorrência por recursos – sejam eles medicamentos, leitos ou profissionais capacitados.
Em coletiva de imprensa realizada na última sexta-feira (16), o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, afirmou que a medida foi importante para a realocação de recursos no combate à Covid-19. “Dessa forma, diversos centros cirúrgicos puderam ser transformados em leitos com uma mobilização extraordinária para ampliação rápida”, disse na ocasião.

POSSÍVEL RETORNO A PARTIR DE MAIO

Na mesma coletiva, o secretário afirmou que os procedimentos cirúrgicos não essenciais podem retornar na rede pública no início do mês de maio. A condição, no entanto, seria a consolidação e a fase de recuperação da terceira onda da pandemia do novo coronavírus no Estado. O mesmo vale para os atendimentos ambulatoriais da rede.

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