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Publicado em 7 de outubro de 2021 às 02:00
A partir de 8 de novembro, alguns municípios do Estado podem passar a integrar a classificação de "risco muito baixo" e retomar de forma praticamente “normal” a vida pré-pandemia. A novidade foi anunciada pelo governador Renato Casagrande em transmissão nesta quarta-feira (6). >
Segundo o governo do Estado, no risco muito baixo, as medidas restritivas aplicadas aos demais riscos (baixo, moderado, alto e extremo) serão extintas. Portanto, não haverá restrições para atividades econômicas, sociais e culturais. >
Contudo, os municípios deverão permanecer com a recomendação do uso das máscaras e garantir ao menos um ponto de testagem no território com livre demanda para a população. >
A nova classificação é aplicada nas microrregiões administrativas do Espírito Santo. São dez no total. Para que seja alcançada, é preciso que todas as cidades de uma determinada microrregião atendam aos seguintes critérios: >
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Uma vez que uma microrregião entra na classificação de risco muito baixo, representada pela cor azul no Mapa de Risco, ela não sairá mais, a não ser que haja nova crise sanitária.>
Mesmo com a liberação de todas as atividades sociais, culturais e econômicas, em muitas delas será obrigatória a apresentação de comprovante de vacinação com as duas doses ou dose única. >
Visitantes de asilos e presídios, por exemplo, terão que estar com a vacina em dia. >
Em eventos, shows e cerimoniais, independentemente da quantidade de participantes, a entrada só será autorizada com a exigência do cartão de vacinação. O governo ressaltou que será vedada a participação em eventos culturais e econômicos de pessoas não vacinadas. >
Mesmo no risco baixo, apesar de poderem funcionar sem restrição de dia e horário, esses estabelecimentos têm que manter um número máximo de clientes dependendo da área disponível. No risco muito baixo, essas restrições não estarão mais em vigor, mas ainda será preciso o uso de máscara tanto por clientes quanto por trabalhadores.
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Atividades já são permitidas no risco baixo, porém com no máximo uma pessoa a cada 10m² de área do local. No risco muito baixo não haverá mais essa limitação. Contudo, por se tratarem de atividades culturais, é possível que seja exigida a vacinação com as duas doses. O uso de máscara será mantido. >
Atualmente, também é exigida a restrição do número de pessoas segundo o tamanho do estabelecimento, além de distância mínima entre as mesas. Essas medidas também serão extintas nos locais em risco muito baixo.
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As boates estão proibidas de funcionar desde março de 2020, no início da pandemia. Com a extinção das medidas restritivas em vigor, elas poderão passar a funcionar nas regiões de risco muito baixo.
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A partir do dia 11 deste mês, nas cidades de risco baixo, o rodízio nas escolas estaduais será suspenso, o que implica na volta ao ensino presencial para todos os estudantes. Com isso, o distanciamento entre as mesas, que era de 1,5 metros, volta para 1,2 metros, como era recomendado antes da pandemia. Para escolas municipais e privadas, o retorno é opcional. No risco muito baixo também não haverá restrições, a não ser a manutenção da obrigatoriedade do uso de máscara. >
Nas classificações de risco atuais (alto, moderado e baixo), há diferentes restrições para o funcionamento das academias, dependendo do tamanho do local e das atividades praticadas. No risco muito baixo, essas limitações são suspensas.
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No risco baixo, a realização de eventos está permitida desde que tenha público máximo de 600 pessoas ou 50% da capacidade o local, o que for menor. >
Mas essa regra muda a partir de 9 de novembro: eventos passam a ser permitidos com ocupação equivalente a metade da capacidade do local, com limite de 1,2 mil pessoas para locais fechados e sem restrição do número de participantes em locais abertos. >
Já na classificação de risco muito baixo, não haverá nenhuma restrição, ou seja, a lotação será aquela determinada no alvará do Corpo de Bombeiros de cada estabelecimento. Será exigido que todas as pessoas comprovem vacinação com duas doses ou com a dose única.
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