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Governo do ES negocia compra da vacina Coronavac com São Paulo

O governador João Doria disse, nesta quarta-feira (14), que negocia a venda do imunizante com os governos do Espírito Santo e do Ceará. A Sesa confirmou a informação

Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 14/07/2021 às 18h54
Doses da vacina CoronaVac
Doses da vacina Coronavac, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, em São Paulo. Crédito: Governo do Estado de São Paulo

O governo do Espírito Santo negocia a compra de doses da Coronavac, vacina contra a Covid-19 produzida em parceria entre o laboratório Sinovac e o Instituto Butantan, em São Paulo. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (14) pelo governador João Doria.

"O governador Camilo Santana (CE) falou comigo no começo da semana. Renato Casagrande também fez solicitação para aquisição de vacinas adicionais. Todos os Estados que desejarem vacinas adicionais, nós atenderemos aqui pelo Instituto Butantan", afirmou Doria, durante a liberação de 800 mil doses da Coronavac ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Sem revelar a quantidade de doses e qual público poderá ser contemplado, o governo do Espírito Santo confirmou o interesse na compra. Em abril deste ano, o governador Renato Casagrande visitou a fábrica do instituto, em São Paulo. À época, ele manifestou interesse em comprar doses da vacina Butanvac, que deve ser produzida pelo Butantan ainda neste ano.

"O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde, informa que vem adotando todas as medidas possíveis para viabilizar a vacinação da população capixaba. Uma das estratégias a fim de garantir a proteção dos cidadãos é a negociação da vacina Coronavac com o Governo de São Paulo. Neste momento estão sendo discutidos início da entrega, cronograma e quantidade das doses. Mais informações serão divulgadas em breve", finaliza o documento.

De acordo com o negócio firmado com o governo federal, o envio das vacinas adicionais aos Estados brasileiros, por meio do Instituto Butantan, deve ser feito somente após a entrega de 100 milhões de doses adquiridas pelo Ministério da Saúde.

Doria estima que as ampolas sejam finalizadas - e encaminhadas - até o dia 30 de agosto. Neste caso, a partir desta data, o governo paulista poderá tratar a venda do imunobiológico diretamente com os governos estaduais.

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