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Covid: ocupação de leitos de UTI na Região Metropolitana chega a 89,14%

Dos 442 leitos de UTI existentes, 394 estão ocupados. Região é a que apresenta maior taxa de ocupação em todo o Espírito Santo

Publicado em 11/06/2020 às 20h43
Atualizado em 11/06/2020 às 20h43
Novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com respirador no Hospital Jayme Santos Neves, na Serra.
Leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com respirador no Hospital Jayme Santos Neves, na Serra. . Crédito: Reprodução/TV

A taxa de ocupação de leitos de UTI por Covid-19 na região Metropolitana chegou a 89,14% nesta quinta-feira (11), segundo apresentou o painel de informações do coronavírus, atualizado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). O número é muito próximo dos 91%, que determina a adoção de medidas de risco extremo.

Além do número de leitos, a  matriz de risco do Estado também leva em consideração como critérios de classificação o Coeficiente de Incidência de casos confirmados nos municípios, os índices de isolamento social e de letalidade da doença, além do percentual da população acima dos 60 anos – considerado como grupo de risco.

A região é a que apresenta a taxa de ocupação mais alta em todo o Espírito Santo. Dos 442 leitos de UTI existentes, 394 estão ocupados. Na sequência aparecem as regiões Norte (ocupação de 86,30%), Sul (77,61%) e Central (53,57%).

A média estadual aponta para 85,90% de ocupação dos leitos de UTI. Dos 610 existentes, 524 já estão ocupados. Já nos leitos de enfermaria a taxa de ocupação é menor: dos 650 existentes, 432 estão com pacientes, o que representa uma taxa de ocupação de 66,46%.

MEDIDAS MAIS RESTRITIVAS

Na quarta-feira (10) o governador Renato Casagrande anunciou em coletiva de imprensa como serão as medidas ainda mais restritivas para o comércio e circulação de pessoas caso a taxa de ocupação das UTIs ultrapasse os 90%. Dentre as medidas contempladas estão a proibição de circulação de pessoas nas ruas entre 21h e 5h, limitação da circulação de pessoas nas ruas e multa por descumprimento das medidas estabelecidas pelo plano emergencial.

O governador prometeu que haverá fiscalização e o descumprimento às normas estabelecidas no plano de risco extremo pode custar caro. "Com relação a multa, não é um desejo nosso aplicar, mas está previsto em lei. Acho que dá em cerca de R$ 6 mil", afirmou na quarta.

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