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Covid-19: vacina deve reduzir internação de idosos em abril no ES

O reflexo da imunização é esperado na faixa acima de 80 anos, mas conter a circulação do vírus ainda depende de medidas como distanciamento e uso de máscara

Publicado em 01 de Março de 2021 às 19:23

Aline Nunes

Publicado em 

01 mar 2021 às 19:23
Serra começa a vacina idosos acima dos 85 anos
Os benefícios da vacinação de idosos vão começar a ser observados no próximo mês, com redução da internação e mortes por Covid  Crédito: TV Gazeta
A vacinação de idosos ao longo dos dois primeiros meses do ano deve começar a produzir efeitos positivos a partir de abril. A estimativa é que na faixa etária acima dos 80 anos, para a qual já terá sido dada a segunda dose da vacina contra a Covid-19, haja redução do número de internações e, consequentemente, de mortes provocadas pela doença. 
A projeção foi feita pelo secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, em coletiva na tarde desta segunda-feira (1º).  "Esperamos que a partir de abril, no país, tenhamos um pouco do reflexo da imunização da população com mais de 80 anos, realizada nos meses de janeiro e fevereiro."
Desde o início da pandemia, essa faixa etária concentrou quase 30% das mortes decorrentes da Covid-19 no Espírito Santo. Dos 6.432 óbitos registrados até esta segunda-feira (1º), 1.811 atingiram pessoas a partir dos 80 anos.  
A expectativa de Nésio Fernandes se assemelha a uma situação já vivenciada em Israel, país com o processo de vacinação mais avançado no mundo. Até a última sexta-feira (26), pelo menos 3,7 milhões de israelenses já haviam recebido a primeira dose da vacina da Pfizer, e 2,4 milhões a segunda dose, o que representa mais de 40% da população imunizada.
A campanha de vacinação começou em 19 de dezembro, e os resultados apareceram quase dois meses depois. Dados recentes do Ministério da Saúde daquele país revelaram queda no número de mortes nos últimos dias e também da taxa de transmissão do coronavírus. 
De acordo com Eran Segal, biólogo do Instituto de Ciência Weizmann, desde o pico, em meados de janeiro, houve uma redução de 38% no número de pacientes em estado grave e de 40% nas mortes entre a população com mais de 60 anos. Há também 58% a menos idosos hospitalizados e 44% menos internações em geral. Trata-se do menor número de novos casos em cinco semanas.
Nésio Fernandes ressaltou, no entanto, que a melhora nos indicadores nacionais entre os idosos não exclui a necessidade de se manter medidas como distanciamento social e uso de máscaras pela população brasileira. 
"Não é possível controlar a pandemia somente com os idosos. A tese do isolamento vertical, apenas com os idosos separados, não se sustenta. Ainda  não será possível controlar a circulação do vírus e impedir que tenha novas mutações em solo brasileiro, ou seja, necessariamente nos obriga a controlar a circulação da doença, e não apenas o controle na população idosa ou em quem tem comorbidade.", concluiu. 
Com informações da Agência Estado. 

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