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Covid-19: ES supera pico da quinta onda e vive fase de recuperação

Segundo secretário, expansão máxima ocorreu entre a segunda quinzena de junho e a primeira de julho; ele reforça pedido de vacinação para impedir novas ondas

Tempo de leitura: 2min
Vitória
Publicado em 01/08/2022 às 16h25

Confirmada no início de junho, a pior parte da quinta onda da pandemia do coronavírus já foi superada no Espírito Santo. De acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira (1) pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesa), o pico aconteceu entre a segunda quinzena de junho e a primeira quinzena de julho. Atualmente, o Estado vive uma fase de recuperação.

"O cenário apontado como provável aconteceu: houve uma rápida expansão da doença, que alcançou o pico entre junho e julho – quando, ainda durante a primeira quinzena, teve início a fase de recuperação. Os dois meses, no total, somaram quase 74 mil casos confirmados", disse o secretário Nésio Fernandes, durante pronunciamento na tarde desta segunda-feira (1º).

Nésio Fernandes

Secretário de Estado da Saúde

"Chegamos a ter uma média móvel de mortes superior a oito na primeira semana de julho. Agora, já estamos em 2,7 óbitos por dia, considerando os dados disponíveis até este domingo (31)"

Ainda de acordo com o secretário, a expectativa é que o número de vidas perdidas neste mês de agosto seja semelhante ou até inferior ao de junho deste ano, "consolidando a fase de recuperação que vivemos neste momento". Em junho, o Espírito Santo registrou quase 100 óbitos pelo coronavírus.

Considerando as atualizações diárias do Painel Covid-19julho terminou com 199 novas mortes causadas pela doença. Além de aproximadamente 82 mil novos casos confirmados. Os dois indicadores apresentaram aumento em relação ao mês anterior: de 131% e de 22%, respectivamente.

VACINA CONTRA NOVAS ONDAS

Também durante o pronunciamento, o secretário Nésio Fernandes ressaltou a importância dos capixabas procurarem a vacinação independentemente da pandemia estar expandindo no Estado, já que são justamente as vacinas que podem impedir novas ondas.

"Agora que vivemos uma fase de recuperação é quando mais devemos vacinar as nossas famílias. Se ocorrer uma nova expansão no final do ano, por exemplo, como aconteceu em 2020 e 2021, e tivermos nos vacinado, podemos ter um impacto de internações e óbitos significativamente menor", afirmou.

Mais de 600 mil

Foi a quantidade de doses de vacinas contra a Covid-19 aplicadas em junho e julho no ES

Ainda de acordo com Nésio Fernandes, "a grande maioria das pessoas que foi internada e evoluiu a óbito havia se vacinado, pela última vez, ainda no ano passado". "A pandemia continua apresentando novas variantes e exigindo atenção e mobilização de todos", concluiu o secretário.

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