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Curados

Covid-19: casa de repouso em Vargem Alta comemora cura de 14 idosos

Neste mês de julho, os 14 idosos e cinco funcionários da unidade testaram positivo para a doença

Publicado em 30 de Julho de 2020 às 17:02

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 jul 2020 às 17:02
Asilo de Vargem Alta comemora cura após 14 idosos contraírem a Covid-19
Casa de repouso em  Vargem Alta comemora cura após 14 idosos contraírem a Covid-19 Crédito: Divulgação
Uma casa de repouso, no interior de Vargem Alta, Região Serrana do Estado, recebeu, há alguns dias, o diagnóstico de cura dos idosos que foram infectados pela Covid-19. Neste mês de julho, 14 idosos que vivem no local e cinco funcionários testaram positivo para a doença.
A unidade particular, Lar de Idosos Lirio dos Vales, fica na comunidade de Canudal, interior do município e cuida de 18 idosos. Segundo o enfermeiro André Luiz Silva, responsável técnico do local,  um dos idosos começou a sentir-se mal no último dia quatro de julho. Ele foi levado para o Pronto Socorro Paulo Pereira Gomes, em Cachoeiro de Itapemirim. Após testar positivo, foi transferido para um hospital.
Alguns dias depois, outros dois idosos também começaram a passar mal e foram levados para o Hospital Padre Olívio, em Vargem Alta. Eles chegaram a ficar hospitalizados na enfermaria. “Desde o início da pandemia, tomamos todos os cuidados e protocolos de saúde. Como são de idade avançada, recebem atendimento médico com frequência. Depois que os primeiros testaram positivo, acionamos a vigilância sanitária e todos foram testados”, conta o enfermeiro.
O resultado foi que outros 11 idosos e cinco cuidadores estavam com a doença. André Luiz conta que o asilo foi dividido em duas alas, de doentes e saudáveis. Cuidadores infectados permaneceram em isolamento social e os assintomáticos ficaram cuidando dos idosos doentes. 
“Nosso maior desafio foi atender os casos positivos sem deixar que os idosos e cuidadores que estavam negativos se contaminassem, mesmo estando todos alojados no mesmo prédio, para isso a constante vigilância e o emprego da medicação sintomática foi fundamental”, esclareceu a médica da unidade, Yasmim Mendes Silva.
Nenhum dos idosos ou cuidadores não contaminados se contaminou, graças aos esforços de toda a equipe de profissionais do lar. “Foi terrível, um pesadelo. Se olhar as estatísticas o prognóstico não era bom, mas o cuidado foi intensificado e com o acompanhamento de perto da equipe médica, conseguimos vencer e seguimos esses cuidados dia após dia”, conta o enfermeiro André Luiz Silva.

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