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Coronavírus: ES tem mais de 1,3 milhão de habitantes no grupo de risco

Veja quais são as recomendações da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) do Espírito Santo aos grupos de risco da Covid-19

Publicado em 28/04/2020 às 18h08
Atualizado em 28/04/2020 às 23h00
No bairro Glória, em Vila Velha, é possível ver pessoas atendendo a determinação do governo de usar máscara de proteção contra o coronavírus
A qualquer sinal de sintomas respiratórios, os pacientes de grupos de risco devem procurar assistência de saúde. Crédito: Carlos Alberto Silva

Espírito Santo tem mais de 1,3 milhão de capixabas que entram no grupo de risco do novo coronavírus. É estimado que, no Estado, que tem cerca de 4 milhões de habitantes, haja 1,3 milhão de hipertensos; 691 mil diabéticos; 21 mil com doenças do aparelho respiratório e mais de 23 mil com obesidade grave, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa). É essa a população que deve se manter ainda mais alerta.

Segundo a infectologista e consultora técnica da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Tânia Reuter, os cuidados são essenciais, e se baseiam em pilares importantes, que devem ser cumpridos conforme as recomendações médicas. Ela diz que estas são doenças que têm se mostrado com alto risco de adoecimento e mortalidade durante a pandemia em todo o mundo.

Pesquisas investigam se obesidade é fator de risco
Obesidade é fator de risco para quem tem coronavírus. Crédito: Pixabay

"Tem sido essencial que esses pacientes sigam os cuidados diários, como manter sob controle a doença de base, por meio de práticas básicas e fáceis de serem seguidas pelos pacientes", disse. Veja abaixo os cuidados indicados pela médica:

  • Manter uma dieta balanceada, recomendada pelo médico;
  • Uso adequado e regular da medicação prescrita;
  • Evitar fatores que possam colocar em risco a sua saúde, como compartilhar aglomerações;
  • Higienizar as mãos com frequência.

Além dos cuidados como uso de lenços de papel ao espirrar ou tossir e quando, na falta desses, usar a dobra interna do braço, evitando o uso das mãos; e evitar contato das mãos em olhos e boca.

A especialista lembra que a qualquer sinal de sintomas respiratórios, os pacientes de grupos de risco devem procurar assistência de saúde, e que essa população não deve esperar que os sintomas se agravem.

Tânia Reuter

Infectologista e consultora técnica da Secretaria da Saúde (Sesa)

"A qualquer sinal é importante que compareçam à Unidade Básica próximo a residência para atendimento médico e, caso seja suspeito de infecção pelo novo coronavirus, deve ser monitorado pela atenção básica de saúde"

A infectologista também aconselha dizendo que o ideal é que as pessoas levem uma vida bem regrada. "O Estado tem mitigado os riscos por meio do distanciamento social, evitando grande circulação de pessoas e aglomerações, mas precisamos que a população tenha consciência do cuidado com ela mesma", completou Tânia.

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