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Covid-19 no ES

Com a compra de leitos em hospitais particulares, pode faltar vaga para quem paga plano?

O secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, falou sobre o tema na TV Gazeta nesta quinta-feira (21)

Publicado em 21 de Maio de 2020 às 08:52

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 mai 2020 às 08:52
Novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com respirador no Hospital Jayme Santos Neves, na Serra.
Novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com respirador no Hospital Jayme Santos Neves, na Serra. Crédito: Reprodução/TV
Após o governo do Espírito Santo anunciar que o Estado contará com leitos de UTI, incluindo a contratação de leitos da rede particular, alguns capixabas ficaram preocupados com uma possível falta de vaga para quem paga plano de saúde. A dúvida foi indagada ao secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, durante o Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta, nesta quinta-feira (21). 
Com a compra de leitos em hospitais particulares, pode faltar vaga para quem paga plano?
O secretário informou que atualmente há cerca de 680 pacientes confirmados com Covid-19 ocupando leitos da rede privada e  pública. Destes, 30% estão na rede privada. De acordo com Nésio Fernandes, o Estado analisa que a compra não irá comprometer o atendimento aos clientes de planos de saúde.
"Nós trabalhamos com várias premissas para poder definir a nossa estratégia de expansão de leitos. A primeira era expandir a rede própria. A outra era compra de leitos da filantropia, que nós já tínhamos relação com ela. E a terceira era a compra de leitos da rede privada, desde que a compra de leitos da rede privada e da filantrópica não comprometesse a oferta dos planos de saúde. Se você for até o Hospital Vila Velha, eles estão habilitando dois andares novos do hospital para atender a demanda do Sistema Único de Saúde. Várias outras unidades hospitalares da rede privada vinham mantendo uma taxa de ocupação hospitalar muito baixa. Inclusive, esse poder de compra do Estado tem sido uma medida de resgate econômico dessas instituições filantrópicas também. A compra de leitos no Estado partiu de uma premissa de que ela não deve comprometer a oferta dos planos de saúde", garantiu. 

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