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Colatina: Rio Doce alaga bairros, interdita avenidas e pode subir mais

Segundo a Defesa Civil, rio já ultrapassou a cota de inundação, que ocorre a partir dos 5,80 metros; 22 famílias precisaram sair de casa. Juntas, somam 76 pessoas desalojadas até esta quarta-feira (12)

Tempo de leitura: 2min
Colatina
Publicado em 12/01/2022 às 16h19

O volume do Rio Doce em Colatina, no Noroeste do Estado, continua subindo e deixando moradores desalojados. Segundo a Defesa Civil municipal, já são 22 famílias que precisaram sair de casa. Ao todo, até esta quarta-feira (12), são 76 pessoas desalojadas. A medição mais recente do órgão no início da tarde de hoje mostra que o rio já está em 7,67 metros. A tendência é que chegue a 7,80 metros ainda nesta quarta.

O rio ultrapassou a cota de inundação — que ocorre a partir dos 5,80 metros — na manhã de terça-feira (11). Já há pontos de alagamento nos bairros Marista, Martinelli, Maria das Graças e Vila Lenira. O trecho da avenida Beira-Rio, embaixo da ponte Florentino Avidos, no Centro, precisou ser interditado por causa da quantidade de água na via.

Veja quais são as ruas e avenidas que já estão interditadas em Colatina:

  • Av. José Zouian (Beira Rio Central)
  • Av. Beira-Rio (Acesso embaixo da ponte)
  • R: Benjamin Costa  (Rua do Sanear)
  • R: Elpidio Ferreira da Silva (Rua do Faça fácil)
  • R: Afonso Linhalis (próximo ao Marista)
  • R: Ettore Dalmaschio (Rua do Recanto Gourmet)

Os desalojados estão na casa de familiares e amigos, de acordo com a Defesa Civil. Se o Rio Doce chegar aos 7,80 metros, como está previsto, mais pessoas podem precisar sair de casa, já que a água deve alargar também a Rua Alexandre Calmon, no Centro do município, que tem a cota de alagamento de 7,60 metros.

Comunicado da prefeitura alerta para as cotas de inundações nos pontos monitorados.
Comunicado da prefeitura alerta para as cotas de inundações nos pontos monitorados. Crédito: Prefeitura de Colatina

RIO SANTA MARIA

O município também registrou alagamentos no bairro Vila Lenira, por causa do transbordamento do rio Santa Maria.

A Defesa Civil aponta, ainda, que o volume dos dois rios deve aumentar ainda mais devido às chuvas sobre a Bacia do Doce, em Minas Gerais, principalmente na Usina de Mascarenhas, que teve sua vazão de água quase que dobrada.

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