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Turma pioneira

Brigadistas do ES com Down se formam no Corpo de Bombeiros

Alunos receberam treinamento com carga horária de 20 horas, com cinco encontros presenciais. Cerimônia ocorreu nesta segunda (18), no Quartel do Comando Geral da corporação

Publicado em 18 de Abril de 2022 às 16:42

Ludson Nobre

Publicado em 

18 abr 2022 às 16:42
Corpo de Bombeiros forma turma Brigada 21
A turma Brigada 21 foi capacitada para eventuais combates a incêndios Crédito: Divulgação I CBMES
Em uma iniciativa pioneira, 13 alunos da Brigada 21, a primeira turma de brigadistas do Brasil composta por pessoas com Síndrome de Down, se formaram nesta segunda-feira (18). A cerimônia foi realizada no Quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros.
A capacitação, iniciada em setembro de 2021, foi feita em parceria com a Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Síndrome de Down do Espírito Santo (Vitória Down). Os alunos receberam um treinamento com carga horária total de 20 horas, com cinco encontros presenciais realizados.
”É um momento extremamente gratificante para o Corpo de Bombeiros, pois sabemos como essa iniciativa contribui para a inclusão desses brigadistas na sociedade e, nós, militares, também vivenciamos um momento de grande aprendizado. Essa parceria, assinada pelo governador Renato Casagrande, rompe preconceitos e abre portas”, ressaltou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Alexandre Cerqueira.
Corpo de Bombeiros forma turma Brigada 21
Corpo de Bombeiros forma turma Brigada 21 Crédito: Divulgação I CBMES
Segundo o Corpo de Bombeiros, as aulas foram totalmente adaptadas para atender às necessidades da turma. Desde a confecção das apostilas, até o treinamento dos instrutores e preparação das aulas práticas.

Por que o nome Brigada 21?

O grupo de brigadistas eventuais formado por pessoas com Down é Brigada 21 em referência à síndrome, definida como uma "Trissomia do Cromossomo do par 21", ou seja, que leva o indivíduo a ter 47 cromossomos ao invés de 46, como a maior parte da população. É o que explica o biólogo geneticista e professor universitário Rodrigo Pratte. "Passam a existir 23 pares mais um cromossomo, totalizando 47", disse.

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