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Em Guarapari e Serra

Baleias mortas no litoral da Grande Vitória são removidas

Profissionais das prefeituras,  do Instituto Orca e militares auxiliaram no trabalho de retirada das carcaças na manhã deste domingo (2)

Publicado em 02 de Agosto de 2020 às 16:19

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 ago 2020 às 16:19
Baleia jubarte é encontrada morta na Pedra do Siribeira, em Guarapari
Baleia jubarte é encontrada morta na Pedra do Siribeira, em Guarapari Crédito: Instituto Orca/Divulgação
As duas baleias jubartes que foram encontradas mortas no litoral da Grande Vitória, no sábado (1º), tiveram suas carcaças retiradas neste domingo (02). Em Guarapari, informou a prefeitura, a ação de remoção da baleia encontrada morta na Pedra da Siribeira, área localizada entre a Praia das Castanheiras e a Praia da Areia Preta, foi concluída com sucesso durante a manhã.
A retirada contou com o auxílio de profissionais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura, Secretaria de Obras, Salvamento Marítimo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Instituto Orca e Samarco. 
A prefeitura disse que, conforme orientação do Instituto Orca, a baleia foi rebocada para alto-mar, “com o objetivo de cumprir com seu papel biológico, servindo de alimento para outras espécies”.
Filhote de baleia jubarte é encontrado morto na Serra
Filhote de baleia jubarte é encontrado morto na Serra Crédito: Anderson Muniz

RETIRADA DE FILHOTE

No município da Serra, o filhote de baleia jubarte também encontrado morto, na tarde de sábado (1º),  na região de pedras próximo à Praia Mole, em Carapebus, também teve sua carcaça retirada. 
Cerca de 10 pessoas, entre profissionais da prefeitura e do Instituto Orca, atuaram na remoção do animal. "O trabalho começou às 8h e terminou por volta de meio-dia", destacou a prefeitura. 
Segundo o ambientalista Lupércio Barbosa, que é também presidente do Instituto Orca, esse tipo de episódio é comum quando há frente fria porque o mar fica mais agitado. "O mar fica mexido e o filhote se perde da mãe. Como eles são totalmente dependentes, acabam não sobrevivendo", explicou à reportagem de A Gazeta no sábado (1º).

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