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Pandemia não acabou

Aglomerações no ES: “Não está escrito na testa se tem ou não Covid”, alerta subsecretário

De acordo com o subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, ainda há pessoas ficando doentes e morrendo, o que indica que o novo coronavírus ainda está em circulação

Publicado em 01 de Setembro de 2020 às 12:08

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 set 2020 às 12:08
Moradores de Jardim da Penha denunciam baile clandestino na Rua da Lama
Denúncia de aglomeração na Rua da Lama Crédito: Reprodução / Internautas
Diante dos muitos registros de aglomeração e desrespeito às orientações de prevenção ao contágio do novo coronavírus na Grande Vitória, o subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, fez novamente um alerta à população sobre a transmissão da Covid-19.
Ele citou as pessoas, principalmente os jovens, que passaram a se aglomerar em bares, casas noturnas e praias, sem a utilização de máscaras e sem manter o distanciamento. De acordo com o subsecretário, ainda há pessoas ficando doentes e morrendo, o que indica que o novo coronavírus está em circulação.
"Ainda temos casos, temos transmissão, temos óbitos. Então, a doença ainda está circulando entre nós. Não está escrito na testa de ninguém se tem ou não tem Covid. Manter o distanciamento, utilizar máscara e manter a higienização das mãos é fundamental para não se contaminar e não contaminar a família – seu pai, sua mãe, seu avô, sua avó ou aquele que você ama"
Luiz Carlos Reblin - Subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde
Apesar da Grande Vitória registrar uma redução de casos e mortes pela Covid-19, Reblin afirma que não há segurança para garantir que o desrespeito às regras não irá interferir nesse movimento.
“Neste momento, ainda não temos a interferência sobre novos casos e óbitos. Mas, ainda não temos a segurança absoluta se não haverá interferência nos próximos dias. Portanto, manter essas regras de distanciamento e utilização de máscaras é fundamental”, destacou.
Sobre mecanismos de proteção e a chamada “imunidade de rebanho”, o subsecretário destacou que não há estudos que comprovem essas possibilidades e que, por isso, o fundamental é se proteger.
“Obviamente que ainda o mundo estuda se existe algum mecanismo prévio de proteção às pessoas por infecção por outros coronavírus, se a imunidade de rebanho discutida, qual é o número de pessoas que a doença precisaria contaminar para causar essa imunidade de rebanho. Ainda tem muitos estudos em andamento e não há nada totalmente fechado sobre essa situação (...) Manter as regras ainda é fundamental entre nós”, completou.

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