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Opinião da Gazeta

Impasse em obras na Beira-Mar: quem sai perdendo é a população

Falta de diálogo entre os projetos da Prefeitura de Vitória e do governo do Estado pode provocar atrasos, retrabalho e desperdício de dinheiro público em obras que são importantes para a infraestrutura urbana

Públicado em 

19 mai 2025 às 01:00

Colunista

Estado e prefeitura preveem usos diferentes para espaços na Avenida Beira-Mar
Estado e prefeitura preveem usos diferentes para espaços na Avenida Beira-Mar Crédito: Reprodução | Montagem A Gazeta
Ao comparar os projetos divulgados desde 2023 pela Prefeitura de Vitória e pelo governo do Espírito Santo para a Avenida Beira-Mar, a reportagem de A Gazeta constatou incompatibilidades que, mais que confirmar a ausência de diálogo entre as administrações municipal e estadual, apontam que essa falta de sintonia acaba prejudicando a população.
Afinal,  é óbvio que se trata de, no mínimo, o prenúncio de um impasse a prefeitura planejar a construção de deques e mirantes no mesmo local em que está prevista a rampa de acesso às embarcações da estação do Sistema Aquaviário anunciada pelo governo do Estado ao lado do Porto de Vitória, na altura da Praça Pio XII no Centro.
Problema semelhante ocorre no local em que o governo estadual vai construir outro terminal do Aquaviário, onde no passado havia o Terminal Dom Bosco. Para esse ponto da Beira-Mar,  a prefeitura já havia anunciado a revitalização da estrutura existente, com mais espaços de convivência e a previsão de um píer. Contudo, essa estrutura, caso construída, precisaria ser adaptada para atender ao fluxo do Sistema Aquaviário.
Não se discute aqui qual projeto é melhor, o que se questiona é a falta de integração entre eles, porque a cidade vai se beneficiar tanto de uma revitalização da avenida, com mais espaços de convivência, quanto da ampliação do Aquaviário. Essa opção de mobilidade vai até mesmo contribuir para a ocupação desses novos espaços.
O que seria um ganha-ganha acaba se tornando um perde-perde, não somente pelo gasto com projetos que não conversam entre si, quanto pela necessidade de mudanças durante a execução das obras. É prejuízo de dinheiro público. E é quase certo o atraso nas entregas. Os moradores de Vitória querem ver resultados, com obras que atendam suas necessidades, e esperam que tanto a prefeitura quanto o governo conversem e joguem a favor do que é melhor para a cidade.

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