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Opinião da Gazeta

ES se organiza para chegar ao protagonismo logístico no país

Localização estratégica é um diferencial já conhecido; com mais portos, ferrovias e rodovias integrados é questão de tempo para se estabelecer nacionalmente

Publicado em 10 de Junho de 2025 às 01:00

Públicado em 

10 jun 2025 às 01:00

Colunista

Navio atracado em Portocel, Norte do Espírito Santo preto e branco
Navio atracado em Portocel, Norte do Espírito Santo  Crédito: Divulgação/Portocel
Determinação e estratégia são dois requisitos fundamentais para se atingir um objetivo, e é importante que o poder público e os setores produtivos do Espírito Santo estejam pensando grande quando o assunto é a própria evolução logística. Não se  sai do lugar sem traçar uma rota. Com o fim dos benefícios fiscais batendo à porta, a partir de 2033, o empenho coletivo é para não só manter os padrões de competitividade, como ampliá-los e fortalecê-los.
Um projeto com muito potencial é o Parklog, parque logístico que será composto por Linhares, Serra, Ibiraçu, Fundão, João Neiva, Colatina e Sooretama, a partir dos projetos portuários que estão sendo desenvolvidos em Aracruz, o epicentro desse complexo intermodal. Foi tema de uma das palestras da Modal Expo, feira logística que reuniu mais de cem expositores realizada na semana passada no Pavilhão de Carapina, na Serra.
É a partir desses encontros que se alinham metas  e se consolida uma cultura logística. O Espírito Santo está ampliando o setor portuário, e precisa lutar em conjunto por mais e melhores ferroviais e rodovias. Os projetos de infraestrutura, com a modernização das BR 101 e 262 e a construção da EF 118, estão sempre na pauta e precisam deslanchar, bem como outros modais. 
Nesta quarta-feira (11), também de olho no desenvolvimento logístico, será lançado Fórum de Infraestrutura do Arco Leste (InfraLeste) na Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), com foco na integração regional para reivindicar projetos factíveis de infraestrutura que envolvam os grandes produtores do agronegócio (Goiás, Minas, São Paulo, Bahia e Mato Grosso) e os polos exportadores, Rio e Espírito Santo.
"A questão da infraestrutura é problemática em todo o Brasil. Entendemos que se o trabalho não for em conjunto vai demorar muito mais para caminhar", explicou o presidente da Findes, Paulo Baraona. Uma união de forças que pode render frutos para todos os estados envolvidos, com mais eficiência na escolha dos projetos.
São movimentações, internas e externas, que mostram que o setor produtivo capixaba está determinado em colocar o Espírito Santo no protagonismo logístico brasileiro. Localização estratégica é um diferencial já conhecido; com mais portos, ferrovias e rodovias integrados é questão de tempo para se estabelecer nacionalmente.  São claros os movimentos para esse futuro tão próximo, cujos bons resultados dependem essencialmente de organização e planejamento. 

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