Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Editorial
  • BR 262: mais um balde de água fria para a infraestrutura do ES
Opinião da Gazeta

BR 262: mais um balde de água fria para a infraestrutura do ES

Sem exageros, dá para afirmar que os meses de junho e julho de 2022 trouxeram as piores notícias possíveis para as duas importantes rodovias federais do Estado

Publicado em 26 de Julho de 2022 às 02:00

Públicado em 

26 jul 2022 às 02:00

Colunista

Rodovia
BR 262 Crédito: Divulgação/ Defesa Civil
O novo edital para a concessão da BR 381, em Minas Gerais, foi lançado nesta segunda-feira (25) da forma que já era esperada:  sem a BR 262. Nenhuma novidade. Mesmo assim, a oficialização da exclusão da rodovia do leilão ajuda a alimentar a ansiedade sobre o futuro da infraestrutura rodoviária capixaba após o abandono da concessão da BR 101 pela EcoRodovias, no último dia 15.
O balde de água fria na entrega da BR 262 à iniciativa privada já havia sido anunciado pelo governo federal em junho, quando também foi antecipado que a decisão era definitiva: a intenção passou a ser a realização da duplicação com recursos públicos, a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Contudo, em um movimento que ainda precisa ser mais bem explicado à sociedade, o dinheiro viria da repactuação do acordo relativo à tragédia de Mariana com os governos do Espírito Santo e Minas Gerais. Como funcionaria uma obra federal com recursos estaduais? 
A experiência mostra a incapacidade do Estado brasileiro na condução desses grandes projetos. Não é só por falta de recursos, mas também por incompetência gerencial.  Em breve, caso a duplicação se oficialize de fato como uma obra pública, a sucessão de atrasos deve fazer parte da paisagem. Surpresa será se não for assim.
Ao mesmo tempo, foi inaceitável a morosidade nas entregas da duplicação da BR 101 nos quase dez anos de concessão. Como defendido no editorial da última sexta-feira (22), só um redesenho contratual pode salvar a BR 101, mais conectado com as novas dinâmicas das concessões, considerando riscos econômicos e com segurança jurídica para as empresas e para o Estado.
Sem exageros, dá para afirmar que os meses de junho e julho de 2022 trouxeram as piores notícias possíveis para  as duas importantes rodovias federais do Estado. Dois eixos dos quais dependem toda a logística rodoviária capixaba e que parecem condenados a ficarem sempre para trás, desperdiçando o potencial de competitividade estadual. Competitividade que gera empregos e riquezas. É possível acabar com essa sina, o Espírito Santo pode transformar esse destino.
O governador Renato Casagrande tem o compromisso de fazer avançar as duas agendas em Brasília, assim como a bancada federal  tem de estar articulada pelos interesses da infraestrutura capixaba. Lutar pelas rodovias federais que atravessam o Espírito Santo deve ser a prioridade dos nossos parlamentares: os senadores Marcos Do Val (Podemos), Fabiano Contarato (PT) e Luiz Pastore (MDB) e os deputados federais Da Vitória (PP), Amaro Neto (Republicanos) Felipe Rigoni (União Brasil), Paulo Foletto (PSB), Lauriete (PSC), Norma Ayub (PP), Soraya Manato (PTB), Evair de Melo (PP), Neucimar Fraga (PP) e Helder Salomão (PT). 

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Modal Expo edição de 2025
Feira de logística no ES tem IA contra acidentes e resíduos que viram gás renovável
Viaturas da Polícia Civil, PC
Ex que não aceitava separação mantém mulher presa em hotel na Serra
Armazém do Porto
Pazolini dá primeiro sinal de que deve concorrer ao governo do ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados