Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Petroleiros vão continuar em greve após TST considerar movimento ilegal
Paralisação

Petroleiros vão continuar em greve após TST considerar movimento ilegal

Ministro considerou paralisação, iniciada no dia 1º de fevereiro, 'ilegal e abusiva'; segundo sindicato, movimento tem adesão de mais de 21 mil funcionários da área operacional da Petrobras

Publicado em 18 de Fevereiro de 2020 às 11:14

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 fev 2020 às 11:14
Protesto de petroleiros em Vitória, na semana passada Crédito: Giordany Bozzato
Em greve desde o dia primeiro deste mês, os petroleiros avaliam um posicionamento em resposta à decisão monocrática do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Ives Gandra, que considerou a paralisação abusiva e ilegal. Em sua página na internet, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou que vai deliberar coletivamente em assembleias com os sindicatos filiados os rumos do movimento e que vai recorrer da decisão.
Enquanto isso, a indicação é de que os funcionários da Petrobras continuem de braços cruzados.
"O tempo para a gente discutir saídas para essa greve não pode ser discutido numa mensagem de rede social. Vamos conversar com os nossos sindicatos e com a nossa base para definir o melhor caminho que a federação e os seus sindicatos irão tomar", afirmou o diretor da FUP Tadeu Porto, um dos integrantes da comissão montada para negociar com a direção da empresa.
Ele e mais quatro sindicalistas estão na sede da estatal, no centro do Rio, desde o dia 31.
Gandra argumentou em sua decisão que os petroleiros não estão cumprindo determinação anterior para que 90% dos funcionários sejam mantidos trabalhando e assim garantam a continuidade da operação e o abastecimento de combustíveis à população.
Segundo a FUP, 21 mil aderiram à greve.

SINDICATO DIZ QUE GREVE CONTINUA NO ESPÍRITO SANTO

O diretor do Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo (Sindipetro) Fabio Velten, garantiu que a greve acontecendo no Estado. Estão paralisadas as plataformas P-57 e P-58, além dos Terminais Aquaviários de Vitória (Tvit) e de Barra do Riacho (TABR). Estima-se que cerca de 400 trabalhadores estejam fora de seus postos no Espírito Santo.
"Ainda não recebemos notificação de que a greve seja ilegal. Estamos acompanhando juridicamente essa questão, mas entendemos que essa decisão fere o direito constitucional de greve. A Petrobras não respeitou o acordo trabalhista assinado diante do TST, por isso entramos em greve", disse Velten. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Editais e Avisos - 29/07/2026
Cerca de 20 quilos de haxixe foram apreendidos pela Polícia Militar em Guarapari
Polícia apreende quase R$ 800 mil em drogas em condomínio em Guarapari
Imagem de destaque
Crea-ES recomenda interdição de rua após vistoria em obra cujas paredes balançaram

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados