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Caixa tem lucro líquido recorrente de R$ 3 bi no 1° trimestre

Com forte atuação em ações de combate à crise deflagrada pelo novo coronavírus, a Caixa conseguiu reverter a trajetória da carteira de crédito

Publicado em 21/05/2020 às 11h18
Vitória - ES - Movimentação em frente agência da Caixa Econômica na Reta da Penha para retirada do benefício do Governo Federal.
Agência da Caixa Econômica na Reta da Penha, em Vitória. Crédito: Vitor Jubini

A Caixa Econômica Federal anunciou na manhã desta quinta-feira (21), lucro líquido recorrente de R$ 3 bilhões no primeiro trimestre do ano, cifra 7,5% inferior em relação ao mesmo intervalo de 2019. Na comparação com os três meses anteriores, porém, houve um crescimento de 21,5%.

Com forte atuação em ações de combate à crise deflagrada pelo novo coronavírus, a Caixa conseguiu reverter a trajetória da sua carteira de crédito, que apresentava queda. O saldo de empréstimos do banco teve alta de 2,0% no primeiro trimestre ante um ano, totalizando R$ 699,6 bilhões. No trimestre, o aumento foi de 0,9%.

O banco público informa que disponibilizou mais de R$ 154 bilhões para apoiar a economia em meio à pandemia. Do total, R$ 60 bilhões foram para o capital de giro de micro, pequenas e médias empresas, R$ 43 bilhões para o crédito imobiliário; R$ 40 bilhões para a compra de carteiras, R$ 6 bilhões para o crédito agrícola e R$ 5 bilhões para crédito às Santas Casas.

O resultado bruto da intermediação financeira da Caixa atingiu R$ 8,6 bilhões no primeiro trimestre. Aqui, o destaque, conforme a Caixa, foi a redução de 12,1% no custo de captação em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo o comportamento da taxa básica de juros e a estratégia de gestão das fontes de recursos.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) do banco público foi de 14,40% ao fim de março, com crescimento de 2,0 pontos porcentual em um ano.

Já o seu índice de Basileia, que mede quanto um banco pode emprestar sem comprometer o seu capital, atingiu 18,7% ao fim de março ante 19,0% ao fim de dezembro, recuo de 0,3 ponto porcentual. O índice de capital principal, ou seja, próprio dos acionistas, totalizou 12,6%, enquanto o de nível I, aquele de melhor qualidade, ficou em 12,9%. Ambos mantiveram-se acima do mínimo regulatório de 8,0% e 9,5%, respectivamente.

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