Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Leonel Ximenes

Coronel Ramalho tem o BME tatuado no braço

Militar, que é o secretário Estadual da Segurança Pública,  comemora a volta da tropa de elite da PM: “Impossível disfarçar minha emoção"

Publicado em 11 de Agosto de 2021 às 19:39

Públicado em 

11 ago 2021 às 19:39
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes Leonel Ximenes
A tatuagem do BME no braço do coronel Ramalho: imagem foi publicada por ele nas redes sociais
A tatuagem do BME no braço do coronel Ramalho: imagem foi publicada por ele nas redes sociais Crédito: Reprodução do Instagram
Poucas pessoas no Espírito Santo devem ter ficado tão felizes com a volta do Batalhão de Missões Especiais (BME) como o coronel Alexandre Ramalho, secretário estadual de Segurança Pública. Essa relação é visível: basta olhar o braço do militar. Nele está tatuado um gigantesco emblema da unidade de elite da Polícia Militar do ES.
Tatuagem exibida com orgulho pelo coronel, que a postou nesta quarta-feira (11) no seus Stories, no dia em que o governo do Estado anunciou a reativação do batalhão. “Impossível disfarçar minha emoção e satisfação com o retorno do Batalhão de Missões Especiais”, escreveu Ramalho.
Exultante, o coronel da reserva da PM considera o retorno da tropa de elite como um marco na sua carreira. “Muito significativo pra mim, atualmente como secretário de Estado da Segurança Pública, fazer parte das ações de planejamento que hoje permitem em definitivo o retorno desta máquina chamada BME.”
Alexandre Ramalho também enumera as muitas missões do BME: “A unidade de elite da nossa Polícia Militar do Espírito Santo é responsável pelo incansável trabalho de proteção à sociedade capixaba. Atuações em presídios, roubos a banco, distúrbios civis, resgate de reféns, negociações, bem como inúmeras prisões de traficantes e homicidas sempre fizeram parte do seu glorioso passado”.
O coronel tem um longo histórico com o BME. Por lá, ele foi formado ao longo de sua carreira policial e teve a oportunidade de comandar a unidade. Enquanto esteve presente à frente do batalhão, destacava a questão do gerenciamento de crise, dando ênfase às negociações.
O BME sempre atuou em momentos delicados e situações de crise, como as manifestações populares de 2013. Em 2017, durante a greve da PM, foi transformado na Companhia Independente de Missões Especiais (Cimesp), conforme divulgado em primeira mão nesta coluna.

Leonel Ximenes

Leonel Ximenes Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Aline Xavier Rodrigues, de 29 anos
Grávida morre e seis ficam feridos em acidente entre três carros na BR 101
Mulher desaparecida é enterrada dentro de casa em São José do Calçado
Suspeito refez piso de casa para esconder corpo da companheira no Sul do ES
Por que alguns casais competem em vez de torcer um pelo outro?
Quando o amor encontra a inveja: por que alguns casais competem em vez de torcer um pelo outro?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados