Reeleito para mais quatro anos de mandato,
Fabrício Gandini (Cidadania), que não aceitou o veículo pago com o dinheiro do povo na legislatura passada (2020-2023), agora resolveu pegar carona na mordomia.
"Tem dois motivos para eu fazer o uso do carro oficial nesta legislatura. Primeiro, o meu objetivo, ao abrir mão do veículo no último mandato, foi economizar para devolver os recursos para a educação, mais especificamente para o Colégio Estadual. Durante os últimos quatro anos, isso não ocorreu. Abri mão do aluguel e de todas as cotas, inclusive a de gasolina, mas não vi os resultados”, afirma Gandini.
“Além disso, meu mandato sofreu um processo de interiorização muito grande. Minha relação era mais forte com a cidade de Vitória. Hoje, também tenho ações importantes em Pinheiros, no Norte, e em Muniz Freire, no Sul, por exemplo. Por isso, senti a necessidade de um veículo para melhor exercer o mandato."
Nos quatro anos anteriores, além de Gandini, também não aceitaram o carro oficial da
Ales os deputados estaduais Hércules Silveira e Carlos Von - ambos não foram reeleitos.
O presidente da Casa,
deputado Marcelo Santos (Podemos), utiliza dois veículos oficiais. Um para o uso do seu mandato de parlamentar e o outro para as atividades institucionais da presidência do Legislativo capixaba.
Segundo informações da assessoria da Assembleia, cada Corolla GLI à disposição dos parlamentares custa R$ 2.909,23, por mês. O contrato de aluguel dos veículos vai até o dia 4 de maio deste ano.