A partir de agora, o friozinho típico de Santa Teresa, além de sentido na pele, será medido em tempo real. É que foi inaugurado, na semana passada, o tão sonhado relógio-termômetro do município, instalado nas proximidades da Secretaria Municipal de Turismo.
Além de informar horário e temperatura, o equipamento foi projetado para se tornar um novo ponto de referência para moradores e visitantes e contribuir para a qualificação dos espaços públicos da cidade.
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A escolha do local levou em consideração as características históricas de Santa Teresa. Inicialmente, havia a possibilidade de instalação na região do Centro Histórico, mas as restrições relacionadas à área de tombamento impossibilitaram a implantação da estrutura naquele espaço.
Diante disso, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) orientou que o equipamento fosse instalado nas proximidades da Secretaria Municipal de Turismo, em uma área que atendesse às exigências de preservação e, ao mesmo tempo, garantisse boa visibilidade e integração com a paisagem urbana.
Segundo o secretário municipal de Turismo e Cultura, Ronald Rodrigues Vieira, a iniciativa faz parte de um trabalho voltado à qualificação dos espaços urbanos e à criação de novas experiências para quem visita o município.
“Nossa expectativa é que o relógio-termômetro vá muito além da função de informar horário e temperatura. Queremos que ele se transforme em mais um atrativo urbano de Santa Teresa, um ponto de referência e também um espaço onde o visitante queira parar, observar, fotografar e compartilhar sua experiência”, explica Ronald.
O entorno do equipamento também recebeu paisagismo, tornando o espaço mais agradável, organizado e convidativo para quem circula pela região.
No alto da estrutura tem um colibri, símbolo do município. Mais do que um elemento decorativo, a presença do colibri no alto da estrutura foi pensada para criar uma identificação imediata com Santa Teresa.
Conhecida como Doce Terra dos Colibris, a cidade possui uma relação histórica com essas aves, especialmente pelo legado de Augusto Ruschi, que dedicou parte importante de sua trajetória ao estudo dos beija-flores e à defesa da natureza.
Segundo a prefeitura, o equipamento, fabricado por uma empresa especializada de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, custou R$ 78 mil aos cofres públicos.
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