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Economia

Frisa investe quase R$ 60 milhões em Colatina

O Frigorífico Rio Doce, um dos maiores do país, está ampliando a produção de carnes in natura, por causa das importações para a China, e diversificando a linha de industrializados

Publicado em 11 de Outubro de 2024 às 03:50

Públicado em 

11 out 2024 às 03:50
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

Frisa - Frigorífico Rio Doce S.A, em Colatina
Estrutura do Frigorífico Rio Doce, em Colatina  Crédito: Frisa/Divulgação
O Frisa, um dos maiores frigoríficos do país, está fazendo uma expansão relevante na sua unidade matriz, em Colatina. Um investimento total de R$ 57 milhões que aumentará a capacidade da planta em 20%, tanto no processamento de carne in natura como nos industrializados, segmento que está recebendo grande atenção da companhia.
A primeira fase dos investimentos se deu no ano passado, com a implantação de um novo túnel de congelamento, com capacidade suficiente para atender a demanda chinesa. No começo do ano passado, a China, maior importador de proteína animal do mundo, autorizou a compra de carne processada pelo frigorífico colatinense. Para dar conta, um aporte de R$ 20 milhões foi feito.
Na sequência, a diretoria da empresa tomou a decisão de expandir a área de produtos industrializados, aplicando mais R$ 37 milhões. "Vai haver uma expansão, mas o mais importante é a diversificação de produtos e o ganho de eficiência que teremos com a automação dos processos. Estamos comprando máquinas brasileiras, alemãs, italianas, americanas e polonesas, todas com muita tecnologia. Entre os novos produtos destaco os empanados bovinos e uma linha de carnes sustentável, com certificação de origem e selo de sustentabilidade. O foco aqui é a venda interna, a expectativa é de linha rodando em meados do ano que vem", assinalou Marcos Coutinho, vice-presidente do Frisa.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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