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Colégio aciona polícia por ameaça de massacre pichada em banheiro

Unidade de ensino de São Paulo atende turmas do ensino infantil ao ensino médio. Na porta de um dos banheiros foi escrito: "Na próxima semana, o massacre acontecerá. Estejam avisados!"

Tempo de leitura: 2min
Publicado em 05/08/2022 às 15h59

SÃO PAULO - O Instituto Presbiteriano Mackenzie acionou a polícia após tomar conhecimento de pichações em tom de ameaça e com o uso desenho de uma suástica, símbolo nazista, na porta de um dos banheiros do colégio Mackenzie Tamboré, em Barueri, na Grande São Paulo.

O fato ocorreu nesta sexta-feira (5). Na porta de um dos banheiros foi escrito: "Na próxima semana, o massacre acontecerá. Estejam avisados!".

No endereço, conforme o site do estabelecimento de ensino, são atendidas turmas do ensino infantil ao ensino médio.

Fachada do Colégio Mackenzie Tamboré, em São Paulo, que acionou a polícia por ameaça de massacre pichada em banheiro
Fachada do Colégio Mackenzie Tamboré, em São Paulo. Crédito: Reprodução/Site

Em nota, o Mackenzie disse ter recebido as pichações com profunda indignação e surpresa.

"Temos uma história com mais de 150 anos, pautada pelo respeito e por serviços prestados à sociedade brasileira, especialmente com a formação de milhares de profissionais. Por isso, não aceitamos esse tipo de violência".

Em outro trecho do comunicado, a instituição sustentou ter reforçado sua segurança interna.

Procurada, a SSP (Secretaria da Segurança Pública) não se pronunciou até a publicação do texto.

Em setembro do ano passado, um aluno do curso de Direito da Universidade Mackenzie, localizada na capital paulista, usou o símbolo nazista durante uma videochamada como protesto antivacina.

A imagem trazia uma suástica formada por quatro seringas, em alusão à vacinação. "Nós servidores públicos fomos obrigados a tomar vacina nessa semana", disse o aluno, por escrito, ao ser confrontado por colegas e pelo professor. "Estou sendo vítima do nazismo nesse exato momento. Esse é o meu protesto", afirmou.

Procurada à época, a Universidade Presbiteriana Mackenzie disse que foi aberto um processo disciplinar de apuração do caso "de maneira completa e exemplar, garantindo também o amplo direito de defesa". " A partir dos resultados da averiguação, decidiremos as atitudes cabíveis, de acordo com o Código de Ética e regulamentos da UPM."

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