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Irregularidades

Júnior, fundador da Qualicorp, é preso em operação que investiga campanha de Serra

A prisão é temporária. O empresário José Seripieri Filho, o Júnior, foi alvo também de uma operação de busca e apreensão em casa

Publicado em 21 de Julho de 2020 às 11:41

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 jul 2020 às 11:41
Operação paralelo
Movimentação de policiais federais Qualicorp, na região da Bela Vista, no centro da capital paulista, durante operação que investiga suposto caixa 2 do senador José Serra (PSDB) na campanha de 2014 Crédito: Marcelo Gonçalves/Folhapress
O empresário José Seripieri Filho, o Júnior, fundador da Qualicorp, foi preso na manhã desta terça (21), numa operação que investiga irregularidades relacionadas à campanha eleitoral de José Serra de 2014, quando ele foi eleito senador por São Paulo.
A prisão é temporária. Saripieri foi alvo também de uma operação de busca e apreensão em sua casa.
PF cumpre outros três mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão relacionadas a doações não contabilizadas que somariam R$ 5 milhões. A operação foi autorizada pela Justiça Eleitoral.
De acordo com informações oficiais, os mandados são cumpridos em São Paulo, Brasília, Itu e Itatiba e têm como base um inquérito enviado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à primeira instância.
Um comunicado da Polícia Federal e do Ministério Público de São Paulo diz que "foi constatada a existência de fundados indícios do recebimento por parlamentar de doações eleitorais não contabilizadas, repassadas por meio de operações financeiras e societárias simuladas, visando assim a ocultar a origem ilícita dos valores recebidos, cujo montante correspondeu à quantia de R$ 5 milhões".
No começo do mês, Serra e a filha dele, Veronica Serra, foram alvo de uma operação na área criminal. Eles são investigados por manter contas no exterior que teriam sido abastecidas pela Odebrecht.
Os dois foram indiciados pela força-tarefa da Operação Lava Jato por lavagem de dinheiro de obras do Rodoanel Sul no exterior.
De acordo com a delação de ex-executivos da empreiteira, cerca de R$ 23 milhões teriam sido depositados, entre 2009 e 2010, para a liberação de créditos com a Dersa, estatal paulista extinta no ano passado.

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