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Alzheimer e alimentação: entenda mais sobre essa relação

Segundo a nutricionista e comentarista da CBN Vitória, Roberta Larica, uma boa "conduta nutricional" pode e deve ser adotada para a prevenção da doenças

Publicado em 16/11/2020 às 18h59
Alimentação é determinante para a saúde
Alimentação é determinante para a saúde. Crédito: Pixabay

"Prevenir é melhor que remediar." Você provavelmente já ouviu essa frase algumas vezes ao longo da vida e quando se trata de saúde, quase sempre o estilo de vida é determinante para mudar o cenário. Isso é o que explica a nutricionista e comentarista da Rádio CBN Vitória, Roberta Larica. Segundo ela, uma boa "conduta nutricional" pode e deve ser adotada por qualquer pessoa, independentemente da idade ou de doenças adquiridas.

Estudos indicam que há uma forte relação entre a saúde intestinal, exposição a metais pesados e uma alimentação pró-inflamatória com o desenvolvimento do Alzheimer, por exemplo. Por isso é preciso atenção na hora de escolher o cardápio.

"Já temos muito embasamento científico para dizer que nosso estilo de vida, associado a outros fatores, pode nos deixar mais vulneráveis ao longo da vida. Desde a perda de memória, até o desenvolvimento de Alzheimer e Parkinson. Uma coisa que sempre digo é: se você tem predisposição na família, ou percebe alguns sinais, comece a repensar sua alimentação e estilo de vida", ressalta a especialista.

Em entrevista ao jornalista Fábio Botacin, durante o quadro Boa Mesa CBN desta segunda (16), Roberta Larica deu algumas dicas que podem ser determinantes ao longo da vida.

CONFIRA ALGUMAS SUGESTÕES:

  • "Priorize uma alimentação anti-inflamatória. Uma alimentação com alimentos mais frescos, ricos em ômega 3, mais orgânica. Reduza o contato com metais pesados, seja nos cosméticos, ou em garrafas de plástico."
  • "Cuide da saúde do seu intestino. Ajuste a sua alimentação, de acordo com o funcionamento do seu intestino."
  • "Mantenha a atividade física. Estudos mostram que a estabilidade da glicose e atividades físicas aeróbicas podem proteger o cérebro contra o alzheimer."
  • "É preciso reforçar os cuidados para quem já tem casos na família. Há uma influência genética, mas ela pode ser amenizada com o que você pratica durante a vida."

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