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Hora de se esticar

Alongamento ajuda a tratar a depressão, diz a ciência

Exercício libera endorfina,  um hormônio natural responsável pelo bem-estar. Veja outros benefícios

Publicado em 10 de Março de 2020 às 12:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 mar 2020 às 12:32
Homem se exercitando, alongamento Crédito: Shutterstock
* Esta matéria foi publicada  originalmente em 26 de novembro de 2017
Estica daqui, estica dali, e a tristeza vai embora. Parece bobagem, mas é a ciência que diz: o simples fato de se alongar pode ajudar você a se livrar da depressão. Isso acontece porque o alongamento ajuda na liberação de endorfina, um hormônio natural responsável pela sensação de bem-estar.
“Muita gente só associa a liberação de endorfina com exercícios de ritmo intenso. Mas estudos apontaram que o alongamento já produz essa substância. Por isso, tem resultados satisfatórios na melhoria do humor”, afirma o profissional de Educação Física e comentarista da Rádio CBN Vitória, Roque Luz.
Além disso, diz ele, a pessoa deprimida geralmente sofre de tensão muscular. “E o alongamento não só diminui essa tensão, como também despeja essa enxurrada de endorfina que traz uma sensação de bem-estar que acaba motivando a pessoa a fazer alguma coisa”, observa.

De manhã

Benefícios do alongamento Crédito: Infografia/AG/Marcelo Franco
Para o professor, alongar-se deveria ser a primeira coisa que todo mundo deveria fazer, logo após acordar e levantar da cama. “Essa esticada deveria ser como o café da manhã. Isso sinaliza para o cérebro que está na hora de se movimentar”.
Esse exercício é simples. “É preciso alongar o corpo todo, começando lá embaixo, nas panturrilhas, e subindo até o pescoço. Posturas de 20 segundos em cada parte cada são suficientes para gerar esse efeito benéfico. Dá uma série curta, de no máximo três minutos.”, explica Roque Luz.

Fibromialgia

Para quem sofre de fibromialgia, o alongamento é um santo remédio. Foi o que apontou, por exemplo, um estudo feito com mais de 40 mulheres pela equipe de Fisioterapia do Ambulatório de Fibromialgia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com resultados super positivos.

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