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Casal cria insta para suas gatas e fala da "gatificação" em casa

Manuela e Wallace fizeram sucesso com o perfil de Ana e Léia e realizaram uma série sobre a importância do enriquecimento ambiental, como adaptar o ambiente às necessidades de seu gato

Publicado em 13/07/2020 às 18h57
Atualizado em 20/11/2020 às 20h34
Wallace e Manuela: primeiro arranhadores e brinquedos, depois a “gatificação” do ambiente
Wallace e Manuela: primeiro arranhadores e brinquedos, depois a “gatificação” do ambiente. Crédito: Arquivo pessoal

Manuela Barbosa, que está fazendo um curso técnico de auxiliar de veterinária é louca por pets. “Eu cresci no meio deles. Minha mãe é a ‘louca dos bichos’. Lá na casa dela, tem de tudo, além de cachorros e gatos”. Há quatro anos, quando saiu da casa da mãe, Manuela ficou sabendo de uma gatinha que tinha acabado de ter uma grande ninhada. “Fui lá e busquei a Ana, com quatro meses. Mas tinha outra que ninguém queria, porque achava feinha, e ela acabou me conquistando também e, claro, a trouxe comigo. O nome dela é Léia. E é linda!”.

No começo, ela e o marido, Wallace Pantoja, só colocaram no apartamento quatro arranhadores, um em cada canto do sofá. “E também compramos alguns brinquedos. Mas em 2018, acabamos criando o perfil da Ana e da Léia no instagram e realizamos uma série sobre a importância da gatificação, como adaptar o ambiente às necessidades de seu gato. E foi o maior sucesso”, conta.

Foi quando surgiu uma parceria entre nós e a empresa Pets Family Toys, que faz enriquecimento ambiental para gatos. “Enviei a foto do espaço que queria gatificar e eles analisaram e me entrevistaram para saber o perfil das minhas ‘filhas’. E ficou muito legal, com a nossa cara e seguindo a decoração do apartamento”.

Gatos de Wallace e Manuela curtem a ambientação feita pelo casal
As gatinhas famosas de Wallace e Manuela curtem a ambientação feita pelo casal . Crédito: Arquivo pessoal

Segundo Manuela, um fato curioso nessa história toda é que a sua gatinha Ana sempre foi medrosa, e quando chegava gente em casa, ela se escondia. “Então, colocamos primeiro um nicho apenas na parede, e foi certeiro, chamamos uma visita e a primeira coisa que ela fez foi ir correndo para dentro dele e ficou lá o tempo todo, daí continuamos com o processo, colocando duas redes”.

E elas, de acordo com Manuela, vivem lá por cima. “Também usamos potes elevados de ração, antiformigas (os melhores são de aço, cerâmica ou vidro) e temos uma fonte de água, que é muito importante para estimular a ingestão de líquido. Usamos duas caixas de areia (tentei colocar três, mas no meu caso não deu certo, a última elas nunca usaram, então retirei) e caminhas, que também não foram bem aceitas por aqui. Enfim, cada caso é um caso, por isso é muito importante saber o perfil do animal para que tudo dê certo”.

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